quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

O MELHOR REMÉDIO PARA A INGRATIDÃO É A FALTA!



Ouvi alguém citando esta frase, não me recordo onde, e nesta segunda feira ela voltou à minha mente. Após uma semana de cidade paralisada pelas consequências da paralisação da PM, lojas fechadas, trânsito mínimo, pessoas quietas dentro de suas casas, enfim uma semana sem movimento normal nas ruas, ouvi logo cedo uma repórter dizendo com muito entusiasmo o que estava vendo nas ruas, pessoas de volta ao trabalho, escolas funcionando, ônibus circulando, policiamento nas ruas, até o trânsito pesado foi motivo de alegria...

Imediatamente me recordei da frase acima, quem em sã consciência já se lembrou de olhar o trânsito engarrafado e sentir alegria, pois as coisas estão funcionando regularmente? Ou quem se alegra dia após dia por ter ônibus para se locomover, ou trabalho para onde ir? Ou ainda quem se lembra de agradecer o policiamento por existir e dar certa tranquilidade aos cidadãos? Pois muito bem, após uma semana sem estas coisas rotineiras, inclusive eu estava com uma sensação de júbilo por poder voltar à normalidade, pude sair e resolver pequenas coisas que se arrastavam há uma semana sem solução, simplesmente por não haver onde compra-las!

É, assim somos nós, nos adaptamos à uma vida “normal” e nos esquecemos de agradecer pelas inúmeras coisas que acontecem e tornam nossas vidas possíveis de serem vividas.

Também  me chamou atenção o fato de que as pessoas de modo geral que normalmente nem veem os policiais e outros cidadãos “invisíveis”, passaram a perceber a importância e o valor que eles tem!

Vivemos nossa vida desapercebidos daqueles que nos cercam, e os vemos quase que como parte da paisagem, é natural que eles estejam ali e façam o que fazem... imagine uma cidade sem garis... sem enfermeiros... sem policiais... sem ...

É, ser agradecido é uma virtude a ser aprendida. Se exercida, nos livrará de muitos enganos e nos fará mais sensíveis, humildes, mais gente!

Comece já a agradecer e verá que sua vida será mais leve e a dos que te cercam também!

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

MUITOS TEM SE TORNADO...







Muitos tem se tornado legisladores, promotores, juízes e verdugos ao mesmo tempo, só se esquecem de que o próximo passo será, inevitavelmente, tornarem-se réus, aí o que os espera é o cumprimento do que foi dito; com a medida com que tiverdes medido, vos medirão também.

Chega a ser assustador o fato de que os mesmos que clamam por justiça, punição, disciplina, correção, para os outros, mudam o seu discurso rapidamente para misericórdia, compaixão, compreensão, clemência, quando se tornam os alvos das acusações.... digo isto por experiência própria, muitas vezes bradei por punição aos culpados, mas quando eu mesmo me vi na posição de culpado, clamei por misericórdia...

Aprendi em uma cena do filme “a última das guerras”, “ quando você olha nos olhos do seu inimigo e vê a si mesmo, a que preço, você compreende a misericórdia... sim só conseguiremos ter misericórdia se conseguirmos ver a nós mesmos nos outros.,, o que seríamos capazes de fazer se vivêssemos as circunstâncias em que os outros viveram? Confesso de que minha atitude para com a vida e os erros de outros mudou desde então.

Que faremos então, desistiremos da justiça, deixaremos as coisas correrem soltas? Não, de forma alguma, afinal por tardar a disciplina a disposição do coração do homem é má... já disse o Pregador em Eclesiastes. Mas usaremos de justiça e disciplina, com misericórdia, entendendo que em nossa natureza carnal existe o potencial de fazermos coisas semelhantes caso tenhamos a oportunidade, só não o fazemos porque somos novas criaturas em Cristo e o mérito é dele e não nosso.

Minha casa será chamada de casa de oração, mas vós a transformastes em covil de ladrões e salteadores, assim disse Jesus do templo de Jerusalém. Penso que hoje também poderia ser dito;  vós a transformastes em um covil de juízes e acusadores...

Lembremo-nos com urgência que recebemos o ministério da reconciliação, por meio de Jesus Cristo, nosso advogado de defesa. que intercede por nós. O ministério de acusação é de nosso inimigo, o acusador dos irmãos, como dito no  livro do Apocalipse...

A AÇÃO DE UM LÍDER NA BATALHA.

Esta é uma tradução de um texto que descreve a ação do Major Dick Winters da Easy Company, durante a II Guerra Mundial.
Winters acreditava que outra parte essencial da liderança no front era demonstrar uma disposição de pular para dentro do calor da batalha e enfrentar o perigo ao lado dos seus homens. durante a batalha, Winters sentia temor em seu íntimo, mas ele conquistava o temor e mostrava a seus soldados que ele tinha uma fortaleza interior para organizar o caos que estava ao seu redor. Como o major dizia, um dos mais poderosos efeitos do exemplo de coragem de um homem é sua habilidade de desbloquear a coragem de seus irmãos.

A intensidade de fogo, ou uma concentração pesada, para ser um líder, você tem que ser capaz de se concentrar naquele fogo e mover-se tão logo ele pare ou o último gongo soe. Mova-se. Levante-se. Comece a circular entre os seus homens. Todo mundo está bem? Vamos levantar. Vamos nos mover. Mantenha os olhos abertos e ataque. Capture a atenção deles. Mova-se entre os seus homens o mais rápido possível. E movendo-se entre eles, o fato de eles estarem te vendo e falando com você, eles sabem que você está lá, e que você está falando com eles, e isto faz toda a diferença do mundo, saber que você não está nisto por sua conta. É isto que os oficiais devem fazer, quebrar o ciclo do medo. Se um soldado está concentrado em seus próprios sentimentos e em seus próprios temores, e ele vê você se movendo ao redor, ele compreende que você está compartilhando o fardo com ele. É por isto que ele pode então se mover.

domingo, 3 de dezembro de 2017

A AVENTURA COMEÇA ONDE TERMINAM AS FRONTEIRAS

A AVENTURA COMEÇA ONDE TERMINAM AS FRONTEIRAS


Acordei certa madrugada com esta frase em mente, não recordo se estava sonhando com algo, mas esta frase estava nitidamente marcada, não quis levantar para registrá-la, mas também não queria perde-la, aconteceu que acabei perdendo o sono...

Como a frase não se esvaneceu, comecei a pensar melhor no assunto, de fato as fronteiras são o maior impedimento às nossas aventuras, fronteiras do não sei, não posso, não quero, não devo, medo, dúvidas, inseguranças, incapacidade, não é tempo, será que é a vontade de Deus,... e tantas outras que poderíamos nos lembrar! Alguma são físicas, outras só existem em nossas mentes, no entanto são igualmente reais em seus efeitos sobre nossas vidas, nos paralisam.

O escritor Napoleon Hill afirmava que tudo o que sua mente pode conceber e crer, ela pode obter. Uma afirmação forte sem dúvida, mas que me fez lembrar de afirmações igualmente fortes, feitas por Jesus Cristo, “se podes? Tudo é possível ao que pode crer!”, “se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a este monte...”

Fronteiras são limites e nos fazem sentir seguros, confortáveis, dentro de minhas fronteiras, conheço e sou conhecido, sei o que esperar, como agir e reagir. Fora de minhas fronteiras há o desconhecido, mora o perigo, sinto-me vulnerável, pequeno, suscetível a perdas e ganhos, sou ignorante a respeito deste novo mundo, tudo isto me fascina e me apavora.

Abraão saiu de sua terra e de sua parentela para ir a uma terra que não conhecia, por ter ouvido a uma ordem de Deus, num tempo em que não há registro bíblico de nenhum outro homem que o tenha feito.

Por certo há muitas situações em que o melhor que fazemos é seguir as pegadas dos velhos ursos, um caminho seguro e estável, jamais devemos abandonar as veredas antigas. Contudo há uma infinidade de oportunidades e aventuras que se nos apresentam, nos quais faremos muito bem se nos desvencilharmos dos velhos caminhos e nos lançarmos em fé pela aventura de nossa vida, muitas vezes também sós.


Em nossa busca pela aventura temos sim uma fronteira que jamais deve ser ultrapassada, a fronteira do amor a Deus e ao próximo, minha liberdade de ação jamais deverá causar danos aos demais, e neste caso, “a aventura se encerra onde começam as fronteiras”, também é uma declaração igualmente certa.

A BUSCA POR SEGURANÇA

A BUSCA POR SEGURANÇA


Recebí o link de um blog em inglês e decidi traduzir, pois achei o conteúdo muito interessante. Embora não faça citação explícita da Bíblia, demonstra a real necessidade humana


Escrito por Joshua Becker

Traduzido por Dag

É próprio da natureza humana necessitar e desejar segurança.

Nós temos procurado por ela em todos os lugares errados.

Um senso de segurança pode vir de bens materiais ou de relacionamentos que nos dão apoio. De fato, pesquisas apontam que as pessoas que não se sentem amadas e aceitas por outras tendem a enfatizar as possessões materiais.

Margaret Clark, uma mestra de psicologia em Yale, descreveu isto desta forma:Humanos são criaturas sociais com vulnerabilidades. Relacionamentos próximos proveem proteção. Por exemplo, bebes não sobrevivem sem outras pessoas. Mas as possessões materiais também oferecem proteção e segurança. Humanos necessitam de comida, vestimentas e teto (moradia) para sobreviver. É necessário um mix de coisas para fazê-lo sentir-se seguro. Mas se você supervalorizar uma fonte de segurança, as pessoas vão considerar menos as outras.

Esta descoberta foi baseada em dois projetos de pesquisa únicos que ela e seus colegas conduziram e publicaram em março de 2011 no “The Journal of Experimental Social Psicology”. A pesquisa conclui dos estudos que aqueles que não se sentem internamente seguros nos seus relacionamentos pessoais, sempre irão colocar maior valor em posses materiais.

Esta é um realidade importante para cada um de nós considerarmos e entendermos.
Aqueles que encontram apoio em relacionamentos pessoais próximos, não colocam muito valor em bens materiais.

Em nossa sociedade, muitos de nós creem que segurança pode ser adequadamente encontrada na acumulação pessoal de posses materiais. Bem, há um grau de verdade nesta afirmação. Certamente , comida, vestimentas e teto, são essenciais à sobrevivência. Mas a lista de possessões que realmente necessitamos para sobreviver é mínima.

Nós temos confundido necessidades com desejos e segurança com luxo.

Como resultado, muitos de nós possuímos e colecionamos grandes pilhas de estoque de bens materiais em nome da segurança ou da felicidade. Nós trabalhamos longas horas para obtê-los. Nós construímos casas maiores para guardá-los. E gastamos mais energia mantendo-os.

 O fardo da acumulação e da manutenção, vai se tornando devagar o foco principal de nossas vidas.

Nós gastamos nosso tempo e energia buscando coisas que são de natureza física. Nós sonhamos com um futuro que inclui salários mais altos e casa maiores. Nós tramamos e planejamos para adquiri-las. Nós vamos longe para cuidar delas e ficamos com ciúmes quando alguém tem mais coisas do que nós. Buscamos segurança na acumulação de dinheiro e de aquisições materiais.

Mas a segurança encontrada nas posses é frágil e passageira na melhor das hipóteses. Em nosso ocupado, frenético, mundo do corre- corre, somos deixados com muito pouco tempo ou oportunidades para desenvolver relacionamentos interpessoais profundos. Estamos muito distraídos construindo nosso próprio reino pessoal.

A pesquisa (e provavelmente nossos próprios corações) argumentam contra este pensamento. Nos chamam para lembrarmos a importância das coisas que não podem ser vistas a olhos nus ou adquiridas com dinheiro; amor, amizade, esperança, integridade, confiança, compaixão. Estas são as coisas que trazem substância, plenitude, e alegria duradoura a nossas vidas. Estes são os atributos que trazem segurança durável.

Possamos nós buscar e desejar estas coisas. E assim prover um fundamento de segurança durável para nossas vidas por meio delas.


sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

MENINOS POR PRÍNCIPES

Isaís 3;4 " dar-lhe-eis meninos por príncipes, e crianças governarão sobre eles…"
Da primeira vez que ouvi esta frase, não sei explicar bem porque, imaginei algo muito bom, como se um povo fosse tão ordeiro que mesmo uma criança poderia governa-lo, qual não foi minha decepção quando finalmente fiz o que sempre deve ser feito. Li o contexto no qual está inserida a afirmação, aliás de há muito já ouvi “um texto fora de contexto serve como pretexto”, ou seja fora de seu contexto, qualquer texto pode ter a interpretação que melhor me convier…. voltemos então ao contexto, esta frase está inserida numa série de consequências estabelecidas por Deus, devido à desobediência de Israel.
Embora todos nós gostemos de crianças, de sua alegria, vivacidade, espontaneidade, simplicidade e outros atributos, na hora em que necessitamos de decisões firmes, arrojadas, corajosas, sábias, preferimos a segurança de quem tem juízo e justiça suficiente para conduzir a situação, imagine uma nação sendo conduzida em suas inúmeras necessidades por uma criança! Ou tendo que suportar as meninices e caprichos de um príncipe menino? Não que muitos dos governantes que deveriam ser maduros não estejam agindo como meninos… mas isto é parte de uma maldição. Vivemos em um regime democrático e escolhemos nossos líderes em função de nosso entendimento, ora se um povo não se importa com Deus, seus dirigentes tampouco se importarão.
Podemos utilizar a mesma lógica do governo da nação, no microcosmo de nossa família.
 Deus deu pais aos filhos, para os conduzir, educar, orientar, cultivar, para isto deu aos pais autoridade, graça, entendimento, sabedoria, uma criança por mais saudável que seja não é capaz de sobreviver sem os cuidados de adultos, ela morreria de fome e sede nos primeiros dias… da mesma forma se deixarmos ela crescer dando apenas o que necessita para seu corpo, crescerá sem referências e fará o que der na cabeça. Por isto Deus deu pais aos filhos… estamos acostumados a pensar nos filhos como nossa herança, Deus nos deu filhos, o que é totalmente verdadeiro, contudo poucos tem entendido com clareza que como discípulos de Cristo somos todos seus servos e nós é que fomos dados a nossos filhos.
Assim é que deveria ser, contudo tenho testemunhado uma coisa incrível, inúmeras famílias em que o governo da casa está nas mãos dos filhos! As crianças agem e são tratadas como príncipes regentes, toda a rotina da casa, os valores, horários, comida, são determinados pela vontade delas! É incrível ver adultos de todas as idades sendo totalmente dominados pelas birras e pirraças de crianças, sujeitando-se a seus caprichos, sem a menor percepção de que algo está muitíssimo errado! Misericórdia! Isto é parte de uma maldição, não podemos nos sujeitar a este estado de coisas, Deus ao nos entregar filhos tinha um plano de como isto se daria. Urge voltarmos ao projeto original, acordemos para o que está acontecendo..

Não, não é normal o que está acontecendo, não é normal um adulto ser guiado por crianças, não pode dar em coisa boa este estado de coisas.

A CAÇA SE TORNA O CAÇADOR

A CAÇA SE TORNA O CAÇADOR


[…] Sim, existe uma lentidão em Jesus. E Ele deixará qualquer coisa que esteja fazendo para socorrer alguém em necessidade. Mas Ele nunca parece ter pressa. A vida de Jesus pode ser apreciada somente se considerarmos o rio profundo que flui dentro d’Ele, a sua intenção feroz. De qualquer outra maneira, você têm aqueles relatos populares e ridículos de Jesus como um contador de histórias ambulante, não mais controverso ou perigoso que um clérigo em uma feira de alimentos naturais.
“ A vida de Jesus foi tão rápida e direta como um raio,” escreveu Chesterton, “ quase como uma marcha militar; certamente como a busca de um herói que segue em direção à sua conquista ou  a sua perdição.” E, na mais bela reviravolta, a caça se torna, verdadeiramente, o Caçador,  quando Jesus crucificado desce ao inferno pessoalmente, para exigir de Satanás as chaves. Como foi essa jornada? Muito mais que um passeio ao pôr do sol em direção a uma cabana. Ele enfrenta uma criatura muito mais assustadora do que qualquer coisa que você tenha visto em seus pesadelos, e faz com que ela caia de joelhos. Então  Jesus simplesmente se vira e se retira, levando consigo uma legião de cativos resgatados.
(Trecho extraído de Um Mestre Fora da Lei – John Eldredge)

por Dag Gabler 

OFENCE X DEFENCE

OFENCE X DEFENCE Tempos atrás um irmão que foi à Inglaterra se apercebeu do significado das palavras "ofence" (o...