terça-feira, 5 de dezembro de 2017

MUITOS TEM SE TORNADO...







Muitos tem se tornado legisladores, promotores, juízes e verdugos ao mesmo tempo, só se esquecem de que o próximo passo será, inevitavelmente, tornarem-se réus, aí o que os espera é o cumprimento do que foi dito; com a medida com que tiverdes medido, vos medirão também.

Chega a ser assustador o fato de que os mesmos que clamam por justiça, punição, disciplina, correção, para os outros, mudam o seu discurso rapidamente para misericórdia, compaixão, compreensão, clemência, quando se tornam os alvos das acusações.... digo isto por experiência própria, muitas vezes bradei por punição aos culpados, mas quando eu mesmo me vi na posição de culpado, clamei por misericórdia...

Aprendi em uma cena do filme “a última das guerras”, “ quando você olha nos olhos do seu inimigo e vê a si mesmo, a que preço, você compreende a misericórdia... sim só conseguiremos ter misericórdia se conseguirmos ver a nós mesmos nos outros.,, o que seríamos capazes de fazer se vivêssemos as circunstâncias em que os outros viveram? Confesso de que minha atitude para com a vida e os erros de outros mudou desde então.

Que faremos então, desistiremos da justiça, deixaremos as coisas correrem soltas? Não, de forma alguma, afinal por tardar a disciplina a disposição do coração do homem é má... já disse o Pregador em Eclesiastes. Mas usaremos de justiça e disciplina, com misericórdia, entendendo que em nossa natureza carnal existe o potencial de fazermos coisas semelhantes caso tenhamos a oportunidade, só não o fazemos porque somos novas criaturas em Cristo e o mérito é dele e não nosso.

Minha casa será chamada de casa de oração, mas vós a transformastes em covil de ladrões e salteadores, assim disse Jesus do templo de Jerusalém. Penso que hoje também poderia ser dito;  vós a transformastes em um covil de juízes e acusadores...

Lembremo-nos com urgência que recebemos o ministério da reconciliação, por meio de Jesus Cristo, nosso advogado de defesa. que intercede por nós. O ministério de acusação é de nosso inimigo, o acusador dos irmãos, como dito no  livro do Apocalipse...

A AÇÃO DE UM LÍDER NA BATALHA.

Esta é uma tradução de um texto que descreve a ação do Major Dick Winters da Easy Company, durante a II Guerra Mundial.
Winters acreditava que outra parte essencial da liderança no front era demonstrar uma disposição de pular para dentro do calor da batalha e enfrentar o perigo ao lado dos seus homens. durante a batalha, Winters sentia temor em seu íntimo, mas ele conquistava o temor e mostrava a seus soldados que ele tinha uma fortaleza interior para organizar o caos que estava ao seu redor. Como o major dizia, um dos mais poderosos efeitos do exemplo de coragem de um homem é sua habilidade de desbloquear a coragem de seus irmãos.

A intensidade de fogo, ou uma concentração pesada, para ser um líder, você tem que ser capaz de se concentrar naquele fogo e mover-se tão logo ele pare ou o último gongo soe. Mova-se. Levante-se. Comece a circular entre os seus homens. Todo mundo está bem? Vamos levantar. Vamos nos mover. Mantenha os olhos abertos e ataque. Capture a atenção deles. Mova-se entre os seus homens o mais rápido possível. E movendo-se entre eles, o fato de eles estarem te vendo e falando com você, eles sabem que você está lá, e que você está falando com eles, e isto faz toda a diferença do mundo, saber que você não está nisto por sua conta. É isto que os oficiais devem fazer, quebrar o ciclo do medo. Se um soldado está concentrado em seus próprios sentimentos e em seus próprios temores, e ele vê você se movendo ao redor, ele compreende que você está compartilhando o fardo com ele. É por isto que ele pode então se mover.

domingo, 3 de dezembro de 2017

A AVENTURA COMEÇA ONDE TERMINAM AS FRONTEIRAS

A AVENTURA COMEÇA ONDE TERMINAM AS FRONTEIRAS


Acordei certa madrugada com esta frase em mente, não recordo se estava sonhando com algo, mas esta frase estava nitidamente marcada, não quis levantar para registrá-la, mas também não queria perde-la, aconteceu que acabei perdendo o sono...

Como a frase não se esvaneceu, comecei a pensar melhor no assunto, de fato as fronteiras são o maior impedimento às nossas aventuras, fronteiras do não sei, não posso, não quero, não devo, medo, dúvidas, inseguranças, incapacidade, não é tempo, será que é a vontade de Deus,... e tantas outras que poderíamos nos lembrar! Alguma são físicas, outras só existem em nossas mentes, no entanto são igualmente reais em seus efeitos sobre nossas vidas, nos paralisam.

O escritor Napoleon Hill afirmava que tudo o que sua mente pode conceber e crer, ela pode obter. Uma afirmação forte sem dúvida, mas que me fez lembrar de afirmações igualmente fortes, feitas por Jesus Cristo, “se podes? Tudo é possível ao que pode crer!”, “se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a este monte...”

Fronteiras são limites e nos fazem sentir seguros, confortáveis, dentro de minhas fronteiras, conheço e sou conhecido, sei o que esperar, como agir e reagir. Fora de minhas fronteiras há o desconhecido, mora o perigo, sinto-me vulnerável, pequeno, suscetível a perdas e ganhos, sou ignorante a respeito deste novo mundo, tudo isto me fascina e me apavora.

Abraão saiu de sua terra e de sua parentela para ir a uma terra que não conhecia, por ter ouvido a uma ordem de Deus, num tempo em que não há registro bíblico de nenhum outro homem que o tenha feito.

Por certo há muitas situações em que o melhor que fazemos é seguir as pegadas dos velhos ursos, um caminho seguro e estável, jamais devemos abandonar as veredas antigas. Contudo há uma infinidade de oportunidades e aventuras que se nos apresentam, nos quais faremos muito bem se nos desvencilharmos dos velhos caminhos e nos lançarmos em fé pela aventura de nossa vida, muitas vezes também sós.


Em nossa busca pela aventura temos sim uma fronteira que jamais deve ser ultrapassada, a fronteira do amor a Deus e ao próximo, minha liberdade de ação jamais deverá causar danos aos demais, e neste caso, “a aventura se encerra onde começam as fronteiras”, também é uma declaração igualmente certa.

A BUSCA POR SEGURANÇA

A BUSCA POR SEGURANÇA


Recebí o link de um blog em inglês e decidi traduzir, pois achei o conteúdo muito interessante. Embora não faça citação explícita da Bíblia, demonstra a real necessidade humana


Escrito por Joshua Becker

Traduzido por Dag

É próprio da natureza humana necessitar e desejar segurança.

Nós temos procurado por ela em todos os lugares errados.

Um senso de segurança pode vir de bens materiais ou de relacionamentos que nos dão apoio. De fato, pesquisas apontam que as pessoas que não se sentem amadas e aceitas por outras tendem a enfatizar as possessões materiais.

Margaret Clark, uma mestra de psicologia em Yale, descreveu isto desta forma:Humanos são criaturas sociais com vulnerabilidades. Relacionamentos próximos proveem proteção. Por exemplo, bebes não sobrevivem sem outras pessoas. Mas as possessões materiais também oferecem proteção e segurança. Humanos necessitam de comida, vestimentas e teto (moradia) para sobreviver. É necessário um mix de coisas para fazê-lo sentir-se seguro. Mas se você supervalorizar uma fonte de segurança, as pessoas vão considerar menos as outras.

Esta descoberta foi baseada em dois projetos de pesquisa únicos que ela e seus colegas conduziram e publicaram em março de 2011 no “The Journal of Experimental Social Psicology”. A pesquisa conclui dos estudos que aqueles que não se sentem internamente seguros nos seus relacionamentos pessoais, sempre irão colocar maior valor em posses materiais.

Esta é um realidade importante para cada um de nós considerarmos e entendermos.
Aqueles que encontram apoio em relacionamentos pessoais próximos, não colocam muito valor em bens materiais.

Em nossa sociedade, muitos de nós creem que segurança pode ser adequadamente encontrada na acumulação pessoal de posses materiais. Bem, há um grau de verdade nesta afirmação. Certamente , comida, vestimentas e teto, são essenciais à sobrevivência. Mas a lista de possessões que realmente necessitamos para sobreviver é mínima.

Nós temos confundido necessidades com desejos e segurança com luxo.

Como resultado, muitos de nós possuímos e colecionamos grandes pilhas de estoque de bens materiais em nome da segurança ou da felicidade. Nós trabalhamos longas horas para obtê-los. Nós construímos casas maiores para guardá-los. E gastamos mais energia mantendo-os.

 O fardo da acumulação e da manutenção, vai se tornando devagar o foco principal de nossas vidas.

Nós gastamos nosso tempo e energia buscando coisas que são de natureza física. Nós sonhamos com um futuro que inclui salários mais altos e casa maiores. Nós tramamos e planejamos para adquiri-las. Nós vamos longe para cuidar delas e ficamos com ciúmes quando alguém tem mais coisas do que nós. Buscamos segurança na acumulação de dinheiro e de aquisições materiais.

Mas a segurança encontrada nas posses é frágil e passageira na melhor das hipóteses. Em nosso ocupado, frenético, mundo do corre- corre, somos deixados com muito pouco tempo ou oportunidades para desenvolver relacionamentos interpessoais profundos. Estamos muito distraídos construindo nosso próprio reino pessoal.

A pesquisa (e provavelmente nossos próprios corações) argumentam contra este pensamento. Nos chamam para lembrarmos a importância das coisas que não podem ser vistas a olhos nus ou adquiridas com dinheiro; amor, amizade, esperança, integridade, confiança, compaixão. Estas são as coisas que trazem substância, plenitude, e alegria duradoura a nossas vidas. Estes são os atributos que trazem segurança durável.

Possamos nós buscar e desejar estas coisas. E assim prover um fundamento de segurança durável para nossas vidas por meio delas.


sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

MENINOS POR PRÍNCIPES

Isaís 3;4 " dar-lhe-eis meninos por príncipes, e crianças governarão sobre eles…"
Da primeira vez que ouvi esta frase, não sei explicar bem porque, imaginei algo muito bom, como se um povo fosse tão ordeiro que mesmo uma criança poderia governa-lo, qual não foi minha decepção quando finalmente fiz o que sempre deve ser feito. Li o contexto no qual está inserida a afirmação, aliás de há muito já ouvi “um texto fora de contexto serve como pretexto”, ou seja fora de seu contexto, qualquer texto pode ter a interpretação que melhor me convier…. voltemos então ao contexto, esta frase está inserida numa série de consequências estabelecidas por Deus, devido à desobediência de Israel.
Embora todos nós gostemos de crianças, de sua alegria, vivacidade, espontaneidade, simplicidade e outros atributos, na hora em que necessitamos de decisões firmes, arrojadas, corajosas, sábias, preferimos a segurança de quem tem juízo e justiça suficiente para conduzir a situação, imagine uma nação sendo conduzida em suas inúmeras necessidades por uma criança! Ou tendo que suportar as meninices e caprichos de um príncipe menino? Não que muitos dos governantes que deveriam ser maduros não estejam agindo como meninos… mas isto é parte de uma maldição. Vivemos em um regime democrático e escolhemos nossos líderes em função de nosso entendimento, ora se um povo não se importa com Deus, seus dirigentes tampouco se importarão.
Podemos utilizar a mesma lógica do governo da nação, no microcosmo de nossa família.
 Deus deu pais aos filhos, para os conduzir, educar, orientar, cultivar, para isto deu aos pais autoridade, graça, entendimento, sabedoria, uma criança por mais saudável que seja não é capaz de sobreviver sem os cuidados de adultos, ela morreria de fome e sede nos primeiros dias… da mesma forma se deixarmos ela crescer dando apenas o que necessita para seu corpo, crescerá sem referências e fará o que der na cabeça. Por isto Deus deu pais aos filhos… estamos acostumados a pensar nos filhos como nossa herança, Deus nos deu filhos, o que é totalmente verdadeiro, contudo poucos tem entendido com clareza que como discípulos de Cristo somos todos seus servos e nós é que fomos dados a nossos filhos.
Assim é que deveria ser, contudo tenho testemunhado uma coisa incrível, inúmeras famílias em que o governo da casa está nas mãos dos filhos! As crianças agem e são tratadas como príncipes regentes, toda a rotina da casa, os valores, horários, comida, são determinados pela vontade delas! É incrível ver adultos de todas as idades sendo totalmente dominados pelas birras e pirraças de crianças, sujeitando-se a seus caprichos, sem a menor percepção de que algo está muitíssimo errado! Misericórdia! Isto é parte de uma maldição, não podemos nos sujeitar a este estado de coisas, Deus ao nos entregar filhos tinha um plano de como isto se daria. Urge voltarmos ao projeto original, acordemos para o que está acontecendo..

Não, não é normal o que está acontecendo, não é normal um adulto ser guiado por crianças, não pode dar em coisa boa este estado de coisas.

A CAÇA SE TORNA O CAÇADOR

A CAÇA SE TORNA O CAÇADOR


[…] Sim, existe uma lentidão em Jesus. E Ele deixará qualquer coisa que esteja fazendo para socorrer alguém em necessidade. Mas Ele nunca parece ter pressa. A vida de Jesus pode ser apreciada somente se considerarmos o rio profundo que flui dentro d’Ele, a sua intenção feroz. De qualquer outra maneira, você têm aqueles relatos populares e ridículos de Jesus como um contador de histórias ambulante, não mais controverso ou perigoso que um clérigo em uma feira de alimentos naturais.
“ A vida de Jesus foi tão rápida e direta como um raio,” escreveu Chesterton, “ quase como uma marcha militar; certamente como a busca de um herói que segue em direção à sua conquista ou  a sua perdição.” E, na mais bela reviravolta, a caça se torna, verdadeiramente, o Caçador,  quando Jesus crucificado desce ao inferno pessoalmente, para exigir de Satanás as chaves. Como foi essa jornada? Muito mais que um passeio ao pôr do sol em direção a uma cabana. Ele enfrenta uma criatura muito mais assustadora do que qualquer coisa que você tenha visto em seus pesadelos, e faz com que ela caia de joelhos. Então  Jesus simplesmente se vira e se retira, levando consigo uma legião de cativos resgatados.
(Trecho extraído de Um Mestre Fora da Lei – John Eldredge)

por Dag Gabler 

A GRANDE MONTANHA



A Grande Montanha


O espírito de nossos dias é uma suave aceitação de tudo – exceto a profunda convicção em qualquer coisa. É aí que Jesus vai de repente confrontar o mundo como uma grande rocha confronta o rio. Ele é imutável. O clamor usado para “tolerância” por meio do qual desejamos dizer, “Nós temos fortes diferenças, mas não deixamos que isso se torne a causa do ódio ou violência entre nós.” Não, é algo mais, onde todas as convicções são suavizadas para o segundo e terceiro planos enquanto todos concordaram a desfrutar do mundo ao máximo. Mas a verdade não é como a convicção. Convicção pode ser uma questão de opinião pessoal, a Verdade é como uma grande montanha, sólida e imutável quer gostemos ou não. O Cristianismo não é um punhado de convicções – é A Verdade. A coisa mais ofensiva imaginável.

Trecho de: Um Mestre Fora da Lei – John Eldredge

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

ABNEGAÇÃO X AMOR


ABNEGAÇÃO X AMOR


Lí estes dias a seguinte afirmação, se perguntarmos à maioria dos santos de hoje qual a principal virtude de um homem de Deus, eles dirão , abnegação (Renúncia, sacrifício), se esta mesma pergunta fosse feita no primeiro século a resposta seria, amor (Paixão, gosto vivo por alguma coisa). Interessante como a primeira afirmação leva a um estado de negatividade e um certo heroísmo, eu tenho tanto para ser e fazer por mim mesmo, mas me nego, (quase um mártir), enquanto o amor (ágape) leva a um estado de vida pulsante, vivo, de ação e não de negação, ao amar de fato, tudo que tenho e que sou é colocado à serviço e pode alcançar sua plenitude. O ágape é a própria essência de Deus.

Parece-me que a ênfase dada à abnegação tem muito mais a ver com a busca das religiões orientais pelo nada absoluto, pelo transe, do que com as afirmações do Cristo, “amai-vos uns aos outro” , “o que quereis que os homens vos façam assim fazei-o vós a eles”, amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração…”, “ nisto conhecereis que sois meus discípulos, se vos amardes”, “permanecei no meu amor”…

Sim, sim, O Cristo falou de negar a sí mesmo, tomar a cruz e seguir, sim é verdade, mas observe que no livro de Mateus este requerimento vem somente depois de Pedro afirmar: “tu és o Cristo, o filho do Deus vivo”… parece-me que a renúncia só faz sentido depois de compreendermos quem é aquele que está dizendo para tomar a própria cruz.

Na verdade a resposta ao chamado só será a esperada, quando nossos olhos forem desvendados e compreendermos quem é aquele que nos fala, como Jesus disse à mulher no poço de Samaria: “ se soubesses quem é o que te fala, tu é que me pedirias água”… é assim que somos, só se troca um amor antigo por um novo amor. 

Senhor abre meus olhos!!!

ACERTANDO O ALVO



ACERTANDO O ALVO


Um amigo me ensinou sua interpretação da passagem dos evangelhos conhecida pelas “bem aventuranças”. Causou-me tanto bem que resolvi compartilhar.
Segundo a sugestão dele podemos ler Mateus 5 assim:
  • Felizes são os inacabados, os ensináveis;
  • Felizes são aqueles que se importam; que se condoem; os capazes de ter emoções;
  • Felizes são os senhores dos seus impulsos; os ponderados;
  • Felizes os que abraçam a verdade; aqueles em que sentimento e prática estão alinhados; os que não vivem uma dicotomia paranoica entre o que falam e o que fazem;
  •  Feliz é o que se compadece do outro e consegue se imaginar na mesma condição alheia; este tal é capaz de perdoar e ser perdoado;
  •  Feliz é o que abre mão dos juízos e guarda seu coração limpo para com todos; talvez este tenha compreendido que o sol brilha para todos, tanto bons como maus;
  •  Feliz é o que busca a paz e não se alegra nas fofocas, ao contrário dedica-se a construir pontes entre os homens;
  •  Feliz é aquele que incomoda a comunidade que o cerca por viver fazendo aquilo que é bom;
  •  Feliz mesmo é quem abriu mão de julgar;
  •  Felizes são os comedidos; os que têm discernimento quando e para quem se doar, e quando assim fazem, não agem por marketing pessoal em busca do aplauso de homem algum, ao não ser de sua própria consciência;
  •  Felizes mesmo são os que aprenderam que a aparência pode não corresponder à verdade, por isso se controlam na espera dos comportamentos para, daí, contemplarem os frutos;
  •  Feliz é aquele que descobriu que a “felicidade” é um caminho íntimo e único;
  •  Feliz é aquele que descobriu que não se perde nada; este tal pode até sentir saudades, porém não se desespera;
  •  Feliz é aquele que tem em si uma consciência grata pela sua própria existência;
  •  Feliz é o que entendeu que não existe magia para ser feliz, mas sim uma decisão, uma atitude cuja origem é fruto do próprio amor que foi enxertado em seu coração.Obrigado amigo.

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

COMO ESCUTAR, SE OS GRITOS DA ALMA SUFOCAM QUALQUER VOZ QUE NOS FALE???



COMO ESCUTAR, SE OS GRITOS DA ALMA SUFOCAM QUALQUER VOZ QUE NOS FALE???

Uma alma barulhenta sufoca qualquer possibilidade de escutar, por melhor que seja a qualidade, por maior que seja a altura, por mais bela que seja a composição, por mais impactante que seja a mensagem, por mais relevante que seja o assunto, por maior que seja a autoridade de quem fala, simplesmente nenhum efeito terá sobre aquele que tem uma alma atribulada e barulhenta. Os sons mais belos se tornarão um ruído insuportável e causarão ainda mais angustia e barulho.

Por certo o salmista bem sabia disto, pois ele ordenava à sua alma dizendo coisas assim “aquieta-te minha alma”, “porque te inquietas dentro de mim, espera em Deus”, “porque se abate dentro de mim, oh minha alma”, “no sossego fiz calar a minha alma”...

Interessante como os que nos ouvem podem perceber facilmente como está a nossa alma, por mais que tentemos mascarar o fato, as pessoas que não estão ocupadas apenas consigo mesmas, percebem o ruído em nosso interior, pelo menos eu percebo muitas vezes a agitação e inquietude daqueles que me falam.

Uma alma inquieta, sem sossego, barulhenta, agitada, certamente será fonte de inúmeros problemas, pessoais e interpessoais, canseira e enfado dia após dia é o que podemos esperar quando não cuidamos de nossa alma, fardos insuportáveis, dores inexplicáveis, e pior de tudo um desperdício enorme de tempo, gastaremos nossa vida correndo atrás do vento, muitas vezes cheios de coisas, mas sem alma, sem vida de verdade.

Cultivar uma alma com cuidado é certeza de vigor quando necessário, nossa alma tem uma força enorme, e nos foi dada para por meio dela expressarmos o que Deus é em nós, uma alma bem cuidada será como um lindo jardim a exalar o bom perfume de Cristo, aliás o próprio Cristo fazia um bom cultivo de sua alma, retirando-se para a oração, contemplação, silêncio junto ao seu Pai.


Vivemos dias agitados, atribulados, tumultuados, mas nada disto poderá nos sufocar, se nossa alma estiver sossegada, quieta em Deus.

CRUZEIRO MARÍTMO OU NAVIO DE GUERRA???





CRUZEIRO MARÍTMO OU NAVIO DE GUERRA???

Muitos creem que a vida é como um cruzeiro marítimo, você está dentro do navio e ele está navegando, independente de tua vontade, enquanto isto você está aproveitando o que o navio oferece, comida lazer, amizades, descanso etc...(comamos e morramos que amanhã morreremos).

A verdade é que estamos sim em um navio, mas é um navio de guerra, temos uma missão e o mais importante não é o conforto do navio, a comida, diversões, mas entender qual o meu papel neste navio, conhecer a minha tarefa e receber o treinamento adequado, pois quando a batalha acontecer, você saberá exatamente o que fazer. Outra coisa, não importa qual a tua tarefa, na batalha você protegerá a vida dos teu companheiros e eles a tua.


Podemos saber que tipo de história um homem está vivendo, por aquilo que ele reclama, se você está reclamando pela temperatura da sua bebida, do tempero da comida, da qualidade dos serviços, e outras trivialidades, é sinal de que você se imagina em um cruzeiro destinado a curtir a vida.

sábado, 25 de novembro de 2017

EU TE DAREI UM NOVO CORAÇÃO


EU TE DAREI UM NOVO CORAÇÃO
 por Daniel Gabler |  postado em: Blogs |  0
Tradução livre de texto de John Eldredge
Eu te darei um Novo Coração
Muitas pessoas supõem que a Cruz é o resultado final da obra de Cristo. As duas coisas andam juntas em nossa mente – Jesus Cristo e a Cruz; a Cruz e Jesus Cristo. A Ressurreição é impressionante, mas é tipo… um adendo. Foi necessário, obviamente, retira-lo da tumba. Ou a Ressurreição é importante porque prova que Jesus era o Filho de Deus. A sua morte foi a obra real em nosso favor. A Ressurreição é como um epílogo à história real, o ponto extra depois do touchdown; a medalha depois da prova olímpica. Você pode ver o que é mais importante. Que imagem nós colocamos em nossas igrejas, nossas Biblias, nossas joias? A cruz é o símbolo do Cristianismo no mundo inteiro. Contudo…
A cruz nunca foi planejada para ser o único ou ainda o símbolo central do Cristianismo.
Se você fica em estado de choque pelo que eu acabei de dizer só comprova o quanto nós estamos longe da fé do Novo Testamento. A cruz não é o ponto central do Cristianismo.
Paulo diz a si mesmo:


“E, se Cristo não ressuscitou, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé.
E assim somos também considerados como falsas testemunhas de Deus, pois testificamos de Deus, que ressuscitou a Cristo, ao qual, porém, não ressuscitou, se, na verdade, os mortos não ressuscitam.
Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou.
E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados.”(1 Coríntios 15:14-17)

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

FLÁCIDOS COM PEQUENAS PAIXÕES

FLÁCIDOS COM PEQUENAS PAIXÕES
 por Daniel Gabler |  postado em: Blogs |  0
Tradução lire de texto de John Eldredge
Fitafuso (personagem de cartas de um diabo a seu aprendiz) revela o plano do inimigo – primeiro faça os humanos flácidos, com pequenas paixões e desejos, então alimente essas paixões diminutas para que a experiência seja de contentamento. Eles não sabem nada de júbilo ou depressão. Eles são simplesmente legais.
Cristianismo chegou ao ponto de acreditarmos que não existe aspiração maior para o ser humano do que ser legal. Estamos produzindo uma geração de homens e mulheres cuja maior virtude é a de não ofender ninguém. Daí nos perguntamos porque não existe mais paixão por Cristo. Como teremos fome e sede de justiça se não temos mais fome e sede?
Como C.S.Lewis disse, “Nós castramos o potro e o obrigamos a frutificar”.

O grande inimigo da santidade não é a paixão; é a apatia. Olhe para Jesus. A vida dele era cheia de paixão.  Depois de expulsar os vigaristas do templo, “os seus discípulos lembraram-se do que está escrito: O zelo da tua casa me devorou.” (João 2:17). Essa não é nem de longe a imagem que nos é passada, Jesus com um cordeirinho e uma criança ou duas. A pessoa mais legal do mundo.  Ele era muito mais poderoso que isso. Ele era santo.

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

CABRESTOS E ANTOLHOS.

CABRESTOS E ANTOLHOS.





Para quem não está habituado com os termos, cabresto é uma peça do arreio do equino que é colocada em sua cabeça e serve para conduzi-lo ou amarra-lo segundo o propósito de seu cavaleiro, e antolho é outra peça utilizada para colocar ao lado dos olhos, impedindo assim a visão lateral do animal e evitando que ele se desvie ou se assuste com movimentos ao seu lado, utilizado em animais que puxam charretes ou carroças.

Obviamente não temos aqui a intenção de dar uma aula sobre equitação ou trato de animais, mas de ver lições que podemos tirar destes apetrechos.

É muito interessante observar que um animal já amansado fica imóvel quando tem o cabresto em sua cabeça, mesmo que a outra ponta esteja apenas jogada sobre algum obstáculo, sem amarrar, se o animal apenas tentasse se mover, ele descobriria que apesar do cabresto estar em sua cabeça ele poderia se mover para onde quisesse, mas devido a inúmeras outras ocasiões em que tentou e não conseguiu, o animal já não tenta mais.

Isto me faz pensar em quantas vezes desistimos de mudar alguma situação em função de nossas lembranças e experiências, também de nossas fortalezas mentais alimentadas por elas... também me faz lembrar das inúmeras tentativas de pessoas em colocar “cabrestos” emocionais, intelectuais, espirituais em outros; seja por meio de medo, intimidação, argumentação, demonstrações de poder, gritos, gestos, teorias, teologias, ideologias, etc...

Também é interessante notar que o animal acostumado aos antolhos, seguirá seguro em seu caminho, desde que bem conduzido, ele apenas enxergará em frente, sem distrações ou alterações de curso, seus olhos serão sempre voltados para onde interessa àquele que lhe conduz.

Ambos apetrechos são utilíssimos aos que lidam com animais irracionais, mas um desastre se aplicados figuradamente aos seres humanos, pessoas atreladas a cabrestos e antolhos serão altamente produtivas e convenientes aos que as manobram, se verão livres de inúmeras escolhas difíceis, podem até conseguir feitos extraordinários para “a causa” seja ela qual for, mas, serão ainda pessoas em sua plenitude? Teria alguém o direito de impor tais meios aos demais? A obtenção de benefícios justificaria reduzir as pessoas a seres não pensantes?

Por outro lado não estaríamos todos nós humanos em maior ou menor grau atados a cabrestos e usando antolhos que nos induzem a inúmeros caminhos e descaminhos? Cabrestos e antolhos herdados de nossos antepassados, trazidos por nossa formação (ou deformação) escolar, adquiridos em nossa caminhada seja por onde for que andamos?


Para tudo isto Jesus nos dá uma saída, que alguns até dirão ser um outro cabresto ou antolho, a diferença é que estes só são tomados por aqueles que assim o desejam, Ele disse, “eu sou o caminho a verdade e a vida”, sigamos por ele e sejamos livres nele.

SE COMERMOS DA SEMENTERIA A COLHEITA FALHARÁ





Se comermos da sementeira a colheita falhará.

Todo agricultor sabe que ao colher o campo que semeou, deve reservar uma parte da colheita para a próxima safra, nos dias atuais esta reserva não é necessariamente em sementes, mas pode ser os recursos necessários para comprar novas sementes. Se não fizer isto, na época de semear faltará sementes e isto comprometerá a próxima colheita.

Em linguagem atual, não podemos comer nosso capital de giro, ou não podemos comer tudo que produzimos, ou a poupança é necessária se queremos obter novas colheitas...

Partindo da afirmação original, se o agricultor reservar as sementes e não lança-las na terra na época apropriada, também não haverá colheita. Lançar a semente ao chão envolve trabalho e certo risco, porém se as condições forem adequadas a colheita será certa, ao passo que se não houver semeadura é certo que não haverá colheita....

Mt 25, nos conta a história de homens que receberam sementes (talentos) e o que fizeram com elas. E Jesus diz que até deixar o talento no banco é melhor que enterrá-los por medo. Sabemos hoje que os bancos são regiamente recompensados para aplicar nossas economias, o que aconteceria em nossas vidas e na daqueles que nos cercam se assumíssemos a iniciativa de gerirmos nós mesmos, ao menos uma parte destes recursos? Imagine quantas novas iniciativas e empreendimentos poderiam surgir com uma iniciativa tão simples. 

Se mudarmos nosso entendimento da razão de termos sementes em excesso, certamente mudaremos nossa maneira de lidar com ela. E se retirarmos uma parte para corrermos riscos calculados? Fazermos investimentos inovadores? Equiparmos pessoas e empresas para alcançar novos patamares de ação?

O lugar natural da semente, é o solo, ela só se multiplica ali! Sem semeadura, não haverá risco, também não haverá colheita. Se o grão caindo na terra não morrer ele fica só, se morrer produz fruto a 30, 60, e a 100/1...

Se abrirmos nossa despensa e utilizarmos parte do que temos colhido como sementes o que poderá acontecer???

TOLERÂNCIA E PATERNIDADE

TOLERÂNCIA E PATERNIDADE
 por Dag Gabler |  postado em: Blogs |  9

Este texto data de 05/06/98, como já disseram, os dias passam devagar, mas os anos passam rápido, naquela época nossos filhos tinham 6, 4 e 2 anos respectivamente, hoje o mais velho com 24 já está casado, a do meio com 22 casa-se em janeiro do próximo ano e o mais novo com 19 está terminando o curso de tecnólogo… ou seja, já posso comprovar a prática do que escrevi então… espero que esta reflexão possa cooperar com os pais neste momento.
Num retiro de líderes ouvimos a seguinte frase, ”está em curso uma tremenda mudança cultural e a maioria dos cristãos estão desapercebidos, dentro de três ou quatro anos se perguntarão o que houve? Porque as coisas estão como estão? E a resposta será dada por uma palavra: TOLERÂNCIA”.
Dizia o irmão que muitos acordarão de repente sem entenderem como chegamos a tal ponto, sem se perceberem de que as muitas pequenas concessões feitas ao mundo e ao pecado acabaram por apagar todo o brilho de Deus em sua vida familiar e pessoal, esfriaram os seus relacionamentos, excluíram a santidade, Substituíram o Criador pela criatura. As maiores vítimas? Os filhos.
Somos insistentemente bombardeados pelo mundo tv, rádio, cultura, shows, imprensa etc… nos catequizam diuturnamente nos valores humanistas e temos tolerado. A ciência e a razão são passados como absolutos e não o são. Até a pregação da fé por vezes se contamina com cuidados humanistas, desviando-se do autor da fé para a criatura, fazendo concessões, amaciando o evangelho, ajeitando as coisas. TOLERÂNCIA.
Em nome da tolerância temos que aceitar divórcio, re-casamento, adolescentes e jovens “ficando”, experimentando drogas, bebida alcoólica, sexo, rebelando-se, namoro misto, homossexualismo, etc…Para ficarmos bem com todos não nos posicionamos com clareza, aceitamos o meio sim, o meio não, a dúvida, o homossexualismo, a avareza, a esperteza, a sensualidade, a exposição ostensiva do corpo etc…. VALORES MUNDANOS. I Jo, não ameis o mundo…Depois de aceitarmos em nossa mente estes desvios por anos, ficamos perguntando: o que aconteceu com os meus filhos? O que fiz de errado? Porque Deus não o salvou? Por causa da TOLERÂNCIA.
Ap. 2;20-23 (tenho contra ti o tolerardes…) é impressionante observar que neste caso, fica claramente exposto que o pecado dos pais estava causando a morte dos filhos, leia o texto completo e observe.
“O fim de toda esta tolerância pregada pelo mundo será a intolerância para com aqueles que não forem tolerantes”.
Vejamos o que a bíblia tem a nos dizer em
Ml 3 13-18, 4:1-6
– Uns se perguntam:
– De que valeu servir ao Senhor?
– É inútil.
– Os soberbos é que são felizes, os que cometem impiedade.
Aqueles que temem a Deus dizem:
– Falam uns aos outros – Deus os ouve.
– há um memorial diante dEle para os que O temem.
– Serão um particular tesouro e serão poupados.
Resultado:
– Verão de novo a diferença entre o justo e o injusto…
Ml 5-6 Enviarei o profeta Elias e ele converterá o coração dos pais aos filhos e o coração dos filhos aos pais ….
Temos ouvido muitas angústias acerca de crianças, jovens e adolescentes, gostaria de fazer algumas considerações:
1- A tarefa mais importante de sua vida é fazer de seus filhos verdadeiros discípulos Ef 6:1,2. Esta tarefa é indelegável, insubstituível, impostergável, é árdua, mas também tremendamente compensadora. Você é o primeiro e maior responsável perante Deus. Quem reclama de seus filhos reclama de si mesmo.
2- Reconheça diante de Deus por completo as suas deficiências como pai. Pare de culpar Deus, a Igreja, os adolescentes, os amigos, etc… assuma a sua carga. Seja pai de seu filho enquanto um traficante não o adota. “Conheço muitos que não puderam quando deviam porque não quiseram quando podiam”.
3- Filhos em qualquer idade necessitam de direção, segurança, limites.
4- Se você não fizer a cabeça de seu filho, alguém o fará. Estudos indicam nos EUA que uma criança de 12 anos de idade assiste a 7000 horas de tv, e 5000 horas de aulas…. quantas horas de bíblia, oração e comunhão????
5- Quando eu era solteiro falava do propósito de Deus para os filhos e alguns não ouviam por que eu não era pai.
Casei-me, continuei dizendo as mesmas coisas, alguns não ouviam dizendo ele ainda não tem filhos.
Tive o 1° filho continuei dizendo as mesmas coisas, e não ouviam porque ele ainda era bebe.
Tive a 2° filha e diziam, vai ver quando tiver 6,7 anos
Tive o 3° e diziam, vai ver quando forem adolescentes
E assim sucessivamente. Será que para ministrar sobre roubo eu teria que ter sido ladrão? E sobre drogas? Prostituição? Etc….O fato de não termos vivenciado estas coisas nos torna inaptos a ministrar alguém que esteja nelas???
Interessante é que sempre que posso procuro irmãos que tenham filhos mais velhos e sejam bênção e pergunto como fizeram, o que não vejo aqueles argumentadores fazerem.
Quero dizer a quem usa este tipo de argumento.
a- O que muda um homem não é a experiência de outro, mas a aplicação da Palavra de Deus em sua vida portanto este argumento é carnal.
b- Ao argumentar desta maneira você está profetizando maldição sobre a vida do seu irmão, ainda que inconscientemente. Ainda bem que a maldição sem causa não se cumpre…..
6- O engano da desculpa da maldição de família.
a- Quando você foi batizado passou a fazer parte de uma nova família, portanto as maldições passadas foram aniquiladas por Cristo, tome posse do que é seu.
b- Você agora é o primeiro de mil gerações de abençoados….
c- Não precisamos ficar revirando o passado (psicanalise, regressão) para descobrir coisas.
d- Cuide do presente e do que você estará deixando para o futuro de seus filhos.
e- Aquilo que Deus te revelar do passado precisa ser confessado, deixado e restituído.
f- O teu futuro depende do que você fizer à partir de hoje, muito mais do que do seu passado.
7- O engano do estou fazendo tudo certo e não muda. A Palavra de Deus à maneira de Deus sempre funciona. Muitos pais se enganam achando que estão fazendo tudo certinho, mas são inconstantes, desapercebidos, não demonstram afeição, são incoerentes, obscuros, preguiçosos, etc… no fundo não estão fazendo da maneira de Deus. NÃO EXISTEM FILHOS PROBLEMA, EXISTEM PAIS PROBLEMÁTICOS.
8- O melhor método de ensino é o exemplo: OBEDEÇA. Se há muitos jovens vazios deve ser porque muitos adultos não estão transbordando.
9- Não dê coisas, dê de si mesmo. Há uma história de um filho que pede dinheiro ao pai e depois quer comprar a sua hora de trabalho.
10- O marido que reclama da esposa na verdade reclama de si mesmo, pois a ele cabe a tarefa de apresentar a esposa santa e sem defeito perante ele mesmo… A melhor coisa que o pai pode fazer por seus filhos é amar a mãe deles, e a mãe, respeitar o pai deles. Ef 5:26
Lembremos que toda a família tem sua origem em Deus que é Pai, Ele nos deu a incumbência de apresentarmos nossas famílias a Ele, concedeu-nos o privilégio da paternidade, acheguemo-nos a Ele pois, e dele receberemos toda a instrução e graça necessárias a esta sublime tarefa.

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segunda-feira, 20 de novembro de 2017

QUAL A IMAGEM QUE VOCÊ TEM DE JESUS COMO HOMEM?

QUAL A IMAGEM QUE VOCÊ TEM DE JESUS COMO HOMEM?

Talvez seja melhor voltar a nossa busca para as nascentes das águas, para aquela poderosa
raiz de onde estes galhos crescem. Quem é este que nós alegamos vir dele, cuja imagem todo homem carrega? A que ele se parece? Na busca de um homem pela sua por sua força, dizer a ele que ele é a imagem de Deus, pode não soar como um  grande encorajamento à primeira vista. Para a maioria dos homens, Deus é distante ou fraco, aquilo que eles de fato lembram de seus pais terrenos. Seja honesto agora; qual a sua imagem de Jesus como homem? “Não é ele um tipo de manso e suave”? Um amigo comentou. “Quer dizer, as figuras que eu tenho dele mostram um cara gentil com crianças ao seu redor. Tipo Madre Tereza” Sim , aquelas figuras que eu mesmo ví em muitas igrejas. De fato são as únicas figuras que eu ví de Jesus. Como eu disse antes, elas me deixaram a impressão de que ele era o cara mais legal da terra. Mister Rogers (personagem de série americana) com uma barba. Dizer-me para ser parecido com ele, é como dizer-me para ser frouxo e passivo. Seja legal. Seja bacana. Seja como MadreTereza.
Eu preferiria ouvir: seja como Wiliam Walace.

Tradução livre de texto de John Eldredge.

OFENCE X DEFENCE

OFENCE X DEFENCE Tempos atrás um irmão que foi à Inglaterra se apercebeu do significado das palavras "ofence" (o...