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AINDA SOBRE FOLHAS E FRUTOS

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AINDA SOBRE FOLHAS E FRUTOS A informação que recebi sobre as árvores com muitas folhas e poucos, ou nenhum fruto, ainda ecoa em minha mente... É algo realmente desalentador você ver um espécime de alto impacto visual, uma folhagem linda, tronco e galhos vigorosos, uma sombra fantástica, mas a “única” coisa que ela não tem, são os frutos, que garantirão a sobrevivência de sua espécie e servirão de alimento para inúmeras outras... No  tempo em que vivemos, nos impressionamos muito com a aparência exterior. A preocupação com o visual, com a primeira impressão, com o parecer e o fazer antes do ser... a supervalorização do belo, do prazer, do poder... todos estes são sinais exteriores, muita das vezes   mantidos a um   preço exageradamente alto e sem refletir a real situação interior do ser que os manifesta!!! Mas no tempo do “fruto”, ele falha, Não existem a disposição e o tempo necessários à sua produção. A vida assim fica estéril, incap...

MUITA FOLHA, POUCO FRUTO!

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(as três árvores da frente na foto foram a origem da conversa) Neste último sábado em conversa com o engenheiro agrônomo que nos orienta, eu perguntava porque algumas árvores frutíferas da propriedade não produziam seus respectivos frutos, qual não foi minha surpresa ao ouvir que a planta que está muito viçosa, cheia de vigor e folhas, exalando seu verdor, não produz fruto!!! Como assim? Perguntei. Ele respondeu, as plantas produzem flores e frutos pela necessidade de perpetuarem suas espécies, então, se está tudo muito confortável para elas, não há a necessidade imperiosa de frutificar, sua espécie não está em risco... Aconselhou-me então a causar algum sofrimento ás árvores para que isto as estimule a produzir fruto... nada exagerado, apenas pregar alguns pregos de forma que a árvore “perceba” a necessidade de se perpetuar. Tal como as plantas, corremos o risco de estarmos com uma folhagem exuberante e sem frutos, os confortos e a acomodação com o cu...

UMA AÇÃO DE MARKETING MUITO BEM SUCEDIDA!

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No livro de Genesis, capítulo 3, é relatada a primeira ação de marketing da história humana. Haviam ali os elementos essenciais; Um diretor de marketing determinado a vender seu produto, a serpente. Uma consumidora potencial ávida por novas experiências;  Eva. Um produto sedutor, o fruto da árvore. Uma oferta tentadora junto com o produto, um estilo de vida...conhecimento do bem e do mal; Um preço a ser pago... convenientemente mascarado; Um público a ser alcançado; Adão. Imagino que a serpente, com toda sagacidade, aproximou-se de Eva e iniciou uma agradável conversa. Atraiu sua atenção e ativou a sua cobiça. Eva na verdade não precisava daquele fruto, poderia comer de qualquer outra árvore, o problema não era fome... o que a atraiu foi o resultado de provar aquele fruto. A promessa da serpente era de que ao fazer isto Eva se tornaria como Deus, conhecedora do bem e do mal... Opa! Que oferta tentadora!!! Mas observe, Eva já era imagem e ...

CADA UM NO SEU QUADRADO..

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Há bem pouco tempo uma música fez bastante sucesso e seu refrão é:  ” Eu disse ado-a-ado! Cada um no seu quadrado! Ado-a-ado! Cada um no seu quadrado! ” Ouvi algumas vezes este refrão e hoje resolvi ver a letra inteira, a primeira estrofe diz; "-Aí galera! Tô chegando Com a dança do quadrado! Pegue seu quadrado E quem pisar na linha Vai pagar prenda, hein? Vamos juntos!" As demais estrofes, convidam os presentes para pegarem seus quadrados e dançarem, cada um em seu respectivo quadrado. Já há algum tempo tenho observado que mesmo aqueles que insistentemente se dizem , ou são considerados, “fora da caixa (quadrado)”, na verdade possuem seus próprios “quadrados” e vivem neles. É certo que às vezes são “quadrados” um tanto diferentes dos demais, mas, em última análise são, “quadrados”. Tem diferentes tamanhos, cores, texturas, brilho etc... mas são em essência “quadrados”... Não vejo nenhum problema nisto, desde que não nos enganemo...

QUE TAL UMA FEIJOADA?

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QUE TAL UMA FEIJOADA? Ouvi esta ilustração de um irmão pregando sobre o texto de I Pe 1: 3-11. 5  por isso mesmo, vós, reunindo toda a vossa diligência, associai com a vossa fé a virtude; com a virtude, o conhecimento;  6  com o conhecimento, o domínio próprio; com o domínio próprio, a perseverança; com a perseverança, a piedade;  7  com a piedade, a fraternidade; com a fraternidade, o amor.  8  Porque estas coisas, existindo em vós e em vós aumentando, fazem com que não sejais nem inativos, nem infrutuosos no pleno conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo.  9  Pois aquele a quem estas coisas não estão presentes é cego, vendo só o que está perto, esquecido da purificação dos seus pecados de outrora.  10  Por isso, irmãos, procurai, com diligência cada vez maior, confirmar a vossa vocação e eleição; porquanto, procedendo assim, não tropeçareis em tempo algum.  11  Pois desta maneira é que vos será amplamente...

NUMA OU EM OUTRA?

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NUMA OU EM OUTRA? Em minha época de universitário, tive um professor de introdução à sociologia, que quase deu um nó na minha cabeça, (infelizmente outros colegas não conseguiram se livrar completamente dos ensinos dele...) contudo, como já havia sido encontrado por Deus, fui liberto das garras de sua ideologia... Algumas coisas que este professor disse, no entanto, eram bem verdadeiras e marcaram a minha forma de entender os fatos que nos cercam. Àquela época era comum se dizer, “estou numa”, ou “não estou nesta”, referindo-se à uma forma de pensar, ideologia, filosofia, ou entendimento pessoal sobre alguma coisa, ou mesmo todas as coisas (com toda humildade peculiar a jovens universitários)... Certo dia o professor saiu com esta; “não importa se você está em uma, ou em outra, de toda forma, você está em alguma! Tenho observado o quanto esta afirmação ainda faz sentido, embora nem saiba que termos se utilizem para algo semelhante hoje... Muitas v...

RELIGIOSO, EU?

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RELIGIOSO, EU? Certo dia andava eu por uma praça, conversando com um bom amigo e irmão em Cristo, e nosso assunto acabou girando em torno da religião e da religiosidade... Foi quando me veio a seguinte frase ao pensamento; “religioso é todo aquele que entende, e ou, pratica a piedade de forma diferente da minha”. Ou seja, tem algum tipo de liturgia que não confere com a minha. Ah! você me dirá, eu não tenho uma liturgia! Não mesmo? Eu não sou religioso! Certamente acompanhado da indignação própria dos religiosos... O fato é que em nossas afirmações preconceituosas, o outro é o problema, nunca eu mesmo! Não me recordo de ter ouvido alguém dizer, com o verbo no presente, eu sou um religioso, em sentido negativo, como aquele que segue ritos e tradições, sem ter vínculo com uma fé viva. Normalmente nos baseamos em uma série de atitudes exteriores, que em nada alteram a natureza de nossas inclinações mais interiores... O Cristo deu a isto o nome de HIPOCRISI...