quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

OFENCE X DEFENCE




OFENCE X DEFENCE

Tempos atrás um irmão que foi à Inglaterra se apercebeu do significado das palavras "ofence" (ofença) e "defence' (defesa). No inglês, elas derivam da palavra "fence" (cerca).  Assim, desde que exista uma cerca, existirão aqueles que tentarão transpô-la, o que significa "ofense".  Em resposta, aqueles que estiverem do outro lado resistirão, o que significa "defense".  Por este ponto de vista,  a existência da cerca (fence) é a causa primeira da ofensa (ofense) e da defesa (defense)...

As tentativas de transpor as cercas produzirão inimizades que podem durar por gerações.
Inimizades são causadas por inúmeras carnalidades, como ausência de perdão, inveja, competição, grosserias, cobiça, explosões de ira, competição desenfreada, fofocas, maledicência, mentiras, enganos, trapaças, ciúmes, porfias, paixões, parcialidade, malignidade, malícia, suspeitas, inferências, feridas, desentendimentos, enfim uma lista interminável de investidas contra as cercas do meu próximo.

Por outro lado Paulo nos ensina em Ef 2:14" Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos fez um; e, tendo derribado a parede da separação que estava no meio, a inimizade, 15 aboliu, na sua carne, a lei dos mandamentos na forma de ordenanças, para que dos dois criasse, em si mesmo, um novo homem, fazendo a paz, 16 e reconciliasse ambos em um só corpo com Deus, por intermédio da cruz, destruindo por ela a inimizade." 

É a mais pura verdade, a cruz que foi capaz de fazer a paz entre judeus e gentios, é e sempre será suficiente e necessária para fazer a paz entre qualquer ser humano e seu semelhante. Repare que a reconciliação é possível por que o muro de separação foi destruído pela cruz, e de que era feito este muro? De inimizades, quando esta cruz opera em meio a relacionamentos, ela destrói a inimizade, nenhuma ofensa ou ressentimento pode ficar de pé diante dela!

É sempre bom lembrar que o Mestre nos ensinou a amar até os inimigos. Também não podemos esquecer o nosso verdadeiro inimigo Ef6;”12 porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes.” Temos todos um inimigo em comum e é contra ele que devemos lutar com as armas adequadas, e este nunca é o nosso irmão.

Reconciliemo-nos então sem demora, por meio desta cruz!




domingo, 18 de novembro de 2018




O QUE TE VALIDA TE GOVERNA!





O Cristão que recebe sua validação somente em Deus é um ser “perigoso”, pois é livre como o vento, guiado apenas pelo Espírito Santo, assim nada nem ninguém consegue dominá-lo ou detê-lo. É um ser liberto pela gloriosa verdade que conheceu.

A partir do momento que compreende que somente Deus pode validar a sua vida, uma profunda sensação de liberdade e autoridade invade sua vida e toma conta de todo o seu ser, podendo assim ser tudo que foi criado para ser.

Isto o habilita inclusive a amar como Cristo amou, sem jamais se preocupar com reciprocidade, reconhecimento, recompensa.

A dependência de validação por parte de qualquer outro ser ou circunstância dará a este ser ou circunstância as rédeas da existência daquele que depende desta validação e esta pessoa será então como qualquer animal que pode ser guiado por meio de freios em sua boca.

Não se iluda, tudo o que te valida te governa.

Certa feita Jesus questionou os fariseus; “como podeis crer, vós os que aceitais glória uns dos outros, e contudo, não procurais a glória que vem do Deus único? (Jo 5;44). A busca por glória humana (validação) é um impedimento à fé, tira o controle de Deus e entrega àquele de quem se aceita a glória.

De onde tirei isto? Conversando com irmão acerca das consequências da escolha de Eva pela árvore do conhecimento do bem e do mal. Explico; como grande parte dos homens sempre lí a afirmação de Gn 3;16b mais ou menos assim: “mulher, como você comeu do fruto, seu castigo agora é que você não terá mais vontade própria, seu marido vai te governar e o desejo que você tiver será posse dele”, com todas as consequências machistas deste pensamento. Há alguns anos porém, fui despertado por um livro de Mylles Munroe, para uma compreensão que creio ser mais coerente com o evangelho. A palavra traduzida por desejo tem um sentido mais profundo, significa anseio (aquilo que se busca até com agonia de alma). E tenho compreendido  desde então, desta forma; “mulher, você poderia receber toda a essência da vida, toda a validação que necessita diretamente de seu criador, contudo o engano entrou em seu coração e agora você ao invés de ansiar por seu criador, ansiará pelo seu marido, e isto dará a ele o governo de sua vida. Em outras palavras, a sua expectativa de receber validação de seu marido, dará a ele o governo de sua vida”.

Daí a perceber que esta é uma regra geral, basta olhar a própria vida e a daqueles que te circundam.

A libertação total das amarras que nos prendem
vem quando finalmente entendemos que a obra de Cristo na cruz foi suficiente e necessária para nos tornar aceitáveis ao Pai, de tal forma que agora o servimos porque já fomos recebidos, e não para obter Sua aprovação. Serviço cristão legítimo é somente aquele feito por meio de Cristo, por aqueles que sabem que a morte de Cristo e sua ressurreição os justificou e agora podem dizer Aba, Pai!


quinta-feira, 6 de setembro de 2018

VALE O QUE CUSTA?





           
           VALE O QUE CUSTA?
           
           Melhor é um bocado seco e tranquilidade
    do que a casa farta de carnes e contendas. Pv 17;1.

     A observação de Salomão é muito interessante, ela contrapõem a fartura e um bocado seco, e tranquilidade e as contendas.
     Não que as coisas sejam sempre assim, mas sim, é possível se viver em paz e tranquilidade tendo apenas um bocado seco para se alimentar. Embora haja escassez de recursos um coração contente produzirá um estado de tranquilidade duradouro e consistente.
     Já uma casa pode estar farta de bens e também cheia de contendas, disputas, inveja, cobiça, avareza, fruto de corações descontentes e com um falso senso de segurança e poder proporcionado pela abundância de provisões.
     Isto está muito bem colocado no verso, de forma a nem precisar de explicações adicionais, mas, tenho observado que existem muitos casos em que conseguimos ter a contenda, sem ter a casa farta de carnes, mas agimos como se ela estivesse farta.
     Explico melhor, não são poucos os casos que em busca da abundância de carnes, nos enchemos de atividades e trabalhos que produzem muito movimento e agitação, mas no final não deixam os resultados esperados, assim gastamos um enorme tempo de nossas vidas em atividades que trarão inúmeras “contendas” sem produzir benefícios reais. É o caso de empresas que lutam anos à fio para se manterem ativas, sempre dependendo de capital de terceiros para o seu giro e por isso são ótimas para todos, menos para seus proprietários. Um mundo de trabalho para nenhum proveito, é um eterno “correr atrás” de vendas, de antecipação de créditos, trocar cheques e duplicatas, de encontrar novas formas de financiamento, enfim muita “contenda” sem direito às “carnes”.
     Quantas vezes em nossas vidas nos cercamos de inúmeras atividades que ao seu término não resultam em nada eterno, este é mais um caso de “contendas” sem as “carnes”.
     Outras tantas vezes cultivamos relacionamentos sem conta, com todas as demandas (contendas) inerentes a cada um deles, sem que desfrutemos da plenitude (carnes) de nenhum deles.
     Ou ainda nos sujeitamos a uma série de imposições, jornadas de trabalho extenuante, atividades que em nada condizem com nossas aspirações e talentos (contendas), em troca de um salário que nos dará privilégios (carnes) e ficamos a tal ponto extenuados que perdemos a família, o prazer de desfrutar do bem de nosso trabalho e muitas vezes a própria saúde fica comprometida (contendas).
     É, sem dúvida, prefiro um bocado seco e tranquilidade...

quinta-feira, 5 de julho de 2018



 DOCES MEMÓRIAS E UM APRENDIZADO.


























Desde muito cedo em minha vida tive uma atração por trabalhos manuais, construir ou restaurar coisas, minhas tentativas com meu avô são de saudosa lembrança, construíamos galinheiro no quintal de casa e algumas outras pequenas coisas. Do processo de construção uma etapa muito me impressionava, era a construção do telhado. Pegávamos latas de óleo de soja vazias, retirávamos as duas extremidades, cortávamos a lata e a abríamos como uma folha, isso feito, rebatíamos as rebarbas para não ocorrerem cortes acidentais e para retificar as latas. Desenvolvemos um sistema simples de encaixe das latas, de forma a não vazarem em caso de chuva e, depois de tudo feito, uma a uma pregávamos sobre o engradamento de madeira. 

Ficava um telhado multicolorido e bastante durável, custo baixo, e era uma excelente ocupação para um idoso aposentado e um menino de folga da escola (confesso que meu avô era o rei da paciência para conseguir trabalhar comigo).


Outra tarefa divertida era construir carrinhos de rolimã com os amigos, especialmente um que era filho de um carpinteiro muito hábil e aprendera com o pai muitas habilidades interessantes. Certa feita, decidimos construir um carrinho mais robusto, quatro lugares, e nos entregamos de corpo e alma à tarefa. Vendo nossos esforços e que a coisa estava indo bem, meu pai deu um grande apoio solicitando aos mecânicos da empresa em que trabalhava para fazer os eixos e um sistema de direção e freios. Ao final tínhamos um carrinho bem maneiro e que foi diversão garantida por um bom tempo.
Muitas outras ideias tivemos e tentamos realizar. Com o passar dos anos toda esta criatividade e disposição foram ficando de lado, afinal, trabalhos manuais não dão tanto retorno financeiro e as ocupações diárias, responsabilidades, deveres, obrigações foram deixando esse interesse adormecido, embora esporadicamente tenha reaparecido e eu tenha feito tentativas de criar coisas com as próprias mãos. Sim, gosto muito de artesanato e sei o trabalho que dá.

Recentemente me vi novamente atraído para essa velha tendência, fazer coisas com as minhas mãos e principalmente aproveitar aquilo que seria descartado. Assim comprei uma máquina de furar e um kit de brocas para iniciar um novo hobby. Depois  saí em busca de materiais no sítio, sempre que via galhos e pedaços de madeira ficava imaginando o que fazer para aproveitar melhor. Daí encontrei inspiração nas fotos do Pinterest e decidi fazer experiências.

Peguei alguns pedaços de madeira, levei para casa e comecei um aprendizado. Como não poderia deixar de ser, juntamente com o trabalho na madeira fui aprendendo sobre a vida, pensando e pensando nas aplicações dos processos no meu dia a dia.

Primeira lição:  dar valor a coisas que estavam destinadas ao fogo, ou a apodrecerem e virarem pó. Sim, essa é uma atribuição do “artista”, encontrar valor onde todos veem entulho. Mas, isso não é tudo, para uma peça aparentemente inutilizável, é necessária uma limpeza profunda na peça retirando dela sujeiras, partes soltas, partes apodrecidas, partes inúteis ao projeto, pontas que possam causar ferimentos, enfim retirar tudo que não seja adequado, primeiro com um jato de água, depois com uma escova de aço, se necessário também com ferramentas de corte e lixa. Tudo isso para deixar a peça em condição de ser trabalhada. Enquanto todo este trabalho é feito, uma pilha de resíduos é gerada e uma coisa meio “mágica” acontece:  a beleza da peça vai se revelando, as nuances de cores, movimentos das fibras, formas surpreendentes e ideias vão surgindo na mente do artesão, para o melhor uso daquela peça. Tivesse a mesma sido deixada na lama onde estava, nada disso aconteceria e a beleza passaria desapercebida!
Isso me trouxe à memória o texto de Paulo a Tito:

Tt 2;11-12 Porquanto a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens, educando-nos para que, renegadas a impiedade e as paixões mundanas, vivamos, no presente século, sensata, justa e piedosamente,  

Assim como a madeira, para que  nossa vida seja o que dela se espera, é mister renegar, (renunciar, desconsiderar, deixar para trás, desconhecer) a impiedade (falta de temor a Deus, sem considerar a Deus) e às paixões mundanas (desejo pelo que é proibido, anelo, anseio, luxúria). Sem uma profunda limpeza, que no nosso caso se chama arrependimento, não será possível surgir uma nova vida. Não, não basta um pouco de remorso, culpa, pesar, não! Arrependimento profundo e verdadeiro é a única forma de ser limpo para que se possa viver então neste século uma vida sensata (com a mente sã, sobriamente, de forma moderada), justa (segundo a justiça, apropriadamente, de acordo com a justiça) e piedosamente (de acordo com o temor de Deus, buscando o reino de Deus em primeiro lugar).

Jamais conseguiremos trazer à luz o melhor de nossas vidas, sem esta limpeza profunda. O processo de limpeza pode parecer duro, implacável até, mas absolutamente necessário para a obtenção do resultado final.

Sim, como seres humanos afastados de Deus estávamos todos destinados ao fogo, porém Sua graça se manifestou salvadora e nos ensina!

Segunda lição é que durante o processo tudo parece que será inútil, mas quando este é finalizado vem a satisfação de haver criado algo belo. A exemplo, sua vida, neste momento, pode estar parecendo um caos, mas, acredite, o “Artesão” está acompanhando cada parte do processo e já vê a obra finalizada, e está feliz!

Terceira lição é a necessidade de ferramentas, materiais e habilidades adequadas ao processo. A utilização desses elementos de forma harmônica facilita tremendamente o trabalho, da mesma forma em nossa caminhada, se desenvolvermos nossas habilidades (dons e talentos) e utilizarmos as ferramentas (palavra de Deus) e materiais adequados (relacionamentos) os resultados serão em muito facilitados e a qualidade final excelente.

Quarta  lição, a maleabilidade aos imprevistos, por vezes imaginamos algo de início e no decorrer dos trabalhos temos de adequar o projeto às realidades das peças, Quantas vezes precisamos ajustar nossas vidas às intempéries do dia, alterando o curso, mas mantendo a direção.

Quinta lição a satisfação obtida com um projeto concluído, criados que fomos à imagem de Deus, acredito ser inerente a cada ser humano a criatividade, o poder de trazer à luz o belo, o admirável, o essencial, os tesouros escondidos nos objetos e pessoas em sua “forma bruta”, muitas vezes feia e desprezível, mas ao passar pelas habilidosas mãos do “Artista”, obras primas são reveladas. A beleza escondida é manifestada, o tesouro oculto é revelado. E o Criador pode olhar e ver que tudo é muito bom!

Certamente à medida que continuar nessa atividade, inúmeras lições ainda aprenderei, por hora estas já me deram grande alegria, espero que você que tirou este tempo para ler até aqui encontre em seu viver a criatividade perdida em algum ponto de sua vida e volte a desfrutar deste aspecto de sua semelhança com o Criador. E lembre-se, estamos todos em obras, em nossa limitação ainda não sabemos o que será no fim, mas o habilidoso “Artista” está nos moldando em suas mãos e o final será glorioso!

segunda-feira, 4 de junho de 2018

LIÇÕES DE UM BEIJA FLOR






Dias atrás, enquanto eu, minha esposa e nosso filho, tomávamos o café da manhã assentados à mesa, fomos surpreendidos pela súbita entrada de um beija flor em nossa sala, a janela estava aberta e ele entrou sem cerimônias.  Voando alegremente pela sala, explorando o ambiente. Não sabia ele que aquela tinha sido uma escolha de final triste.

Ao tentar sair do ambiente nosso visitante sempre iniciava um voo subindo e ao fazer isto, dava com a cabeça na laje da casa. Tentou esta saída inúmeras vezes, tentamos cooperar com o mesmo acendendo luzes do lado de fora, fazendo gestos para impulsiona-lo em direção à porta ou à janela, mas nada adiantava, ele insistia em voar diretamente para o alto, sempre encontrando uma dura laje de concreto em seu caminho em busca de uma saída.

Fomos à academia, voltamos cerca de uma hora depois, e lá estava nosso visitante tentando sair da sala sempre em direção à laje. A cada pessoa que passava pelo  ambiente ele iniciava uma nova tentativa, até que, absolutamente exausto, se agarrou à corrente do lustre e ficou imóvel. 

Vendo isto peguei uma escada para pegá-lo e soltar de volta em seu ambiente. Para minha surpresa, consegui fazer isto, ele não ofereceu qualquer resistência, parecia estar “hibernando”, buscando restaurar as forças. Coloquei-o do lado de fora de casa na esperança de que se recuperasse, mas todas nossas tentativas foram em vão, nosso visitante acabou morrendo. O esforço feito em busca de sair da sala esgotou suas forças por completo e ele não resistiu.

Tudo que ele precisava ter feito era subir menos em seu voo e seguir reto em direção à porta ou à janela, nada o impedia de ir embora, exceto seu instinto natural de sempre sair para cima!

Diante do ocorrido comecei a meditar sobre a situação e me dei conta de quantas vezes lidei com situações de forma análoga a este pequeno visitante, vejamos;

Quantas vezes me meti em situações de forma precipitada, sem avaliar as saídas possíveis e acabei caindo em uma armadilha que me consumiu as forças.

Dentro da situação não me dei conta das pessoas que poderiam me ajudar a sair dela e fugi delas, insistindo em caminhos que deram em nada, a um preço demasiado alto.

Muitos dos caminhos escolhidos foram teimosamente perseguidos, quando uma pequena mudança de percurso poderia ter evitado perdas enormes.

A insistência do beija-flor em seguir um curso que lhe era natural, custou-lhe a vida. E as suas escolhas, a que te tem levado?

Pv 11;14 Não havendo sábia direção, cai o povo, mas na multidão de  conselheiros há segurança.

Pv 14;12 Há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte.

Os 4;6  O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento. 


segunda-feira, 28 de maio de 2018

APRENDENDO COM A VIDE


Após uma longa jornada, lançamos o nosso primeiro livro, com a cooperação de várias pessoas.
É uma descrição do processo de cultivo de videiras, buscando compreender melhor a ilustração de Jesus no evangelho de João 15.
Segue abaixo links da Saraiva e da Base que estão vendendo o livro.
Espero que sirva de inspiração e como um convite a desfrutar dos cuidados do Agricultor.

Se fizer busca no google também vão encontrar.

https://www.google.com.br/search?q=aprendendo+com+a+vide&oq=aprendendo+com+a+vide&aqs=chrome..69i57j0l5.7818j1j7&sourceid=chrome&ie=UTF-8#

https://shop.abase.org/aprendendo-com-a-vide-dag-henrique-gabler

sexta-feira, 6 de abril de 2018

CAPACITAR OU EXPLORAR?













CAPACITAR OU EXPLORAR?

Encontrei a tabela à seguir em um post do facebook, a autoria é atribuída a Wolfgang Siemson em um livro dele. Estava em inglês e fiz uma tradução livre para o português.
Pareceu-me clara e óbvia demais para necessitar explicações, portanto vou apenas apresenta-la, sem maiores comentários.
Possamos nós termos a sabedoria e o bom senso de sermos daqueles que capacitam outros, e , não daqueles que se utilizam de outros para seus próprios interesses.


COMO CAPACITAR AS PESSOAS
COMO EXPLORAR AS PESSOAS
Habilite-as para uma função (serviço).
Dê-lhes uma função (cargo).
Creia nelas.
Faça-as crerem em você.
Delegue autoridade.
Requeira submissão.
Promova o plano de Deus para elas.
Faça-as parte dos seus planos
Invista nelas.
Use-as
Ame-as, e diga isso.
Ame mais a causa do que as pessoas.
Dê-lhes o que você tem.
Pegue o que elas têm para dar.
Debata os assuntos com elas.
Pregue para elas.
Gaste tempo com elas livremente.
Requeira tempo agendado.
Dê as “chaves” para elas agora.
Faça-as esperar até sua aposentadoria.
Sirva-as.
Deixe-as servirem você.
Louve-as. (elogie-as).
Aceite que elas te louvem. (elogiem)
Transfira a capacidade de ser um mestre.
Demonstre sua capacidade de ser mestre.

OFENCE X DEFENCE

OFENCE X DEFENCE Tempos atrás um irmão que foi à Inglaterra se apercebeu do significado das palavras "ofence" (o...