sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

QUE TAL UMA FEIJOADA?



QUE TAL UMA FEIJOADA?

Ouvi esta ilustração de um irmão pregando sobre o texto de I Pe 1: 3-11.

por isso mesmo, vós, reunindo toda a vossa diligência, associai com a vossa fé a virtude; com a virtude, o conhecimento; com o conhecimento, o domínio próprio; com o domínio próprio, a perseverança; com a perseverança, a piedade; com a piedade, a fraternidade; com a fraternidade, o amor. Porque estas coisas, existindo em vós e em vós aumentando, fazem com que não sejais nem inativos, nem infrutuosos no pleno conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo. Pois aquele a quem estas coisas não estão presentes é cego, vendo só o que está perto, esquecido da purificação dos seus pecados de outrora. 10 Por isso, irmãos, procurai, com diligência cada vez maior, confirmar a vossa vocação e eleição; porquanto, procedendo assim, não tropeçareis em tempo algum. 11 Pois desta maneira é que vos será amplamente suprida a entrada no reino eterno de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

Muito me chamou a atenção a simplicidade e praticidade da ilustração, vejamos.

Para fazermos uma feijoada, são necessários vários ingredientes, a começar obviamente, pelo feijão, depois vamos acrescentando os mais variados itens que enriquecerão a nossa feijoada, tendo ao final um delicioso prato que supre amplamente os comensais.

Como isto se aplica ao texto?

O elemento essencial é a fé, o que é fé? Ora dirão, fé é a certeza das coisas que se esperam... sim, por certo, mas sejamos mais específicos, a fé aqui mencionada é a convicção da obra realizada por Cristo para nos limpar de todo pecado e nos dar uma nova vida. Fé é aquilo que nos impulsiona à ação, à mudança.

E os demais ingredientes? 

Virtude; disposição constante do espírito que induz a exercer o bem e evitar o mal. É algo que vem do íntimo, força moral e espiritual necessárias à permanência em Cristo.

Conhecimento; entendimento, inteligência, saber. Disposição de estudar e compreender as escrituras, e a própria vida, para melhor compreensão dos fatos da vida e ser mais útil ao próximo.

Domínio próprio; temperança, auto controle, auto disciplina, capacidade de se dominar diante de qualquer circunstância, conter seus ímpetos e instintos a bem de todos e de alcançar os propósitos estabelecidos.

Perseverança; estabilidade, constância, tolerância, qualidade da pessoa que não se desvia de seu propósito e de sua lealdade a fé e a piedade, mesmo diante de provações e sofrimentos.

Piedade; devoção, reverência, fidelidade à Deus, tudo aquilo que fazemos para cultivar nosso relacionamento com Deus, oração, meditação, jejum, ofertas, toda manifestação prática de nossa fé.

Fraternidade; relacionamento de irmãos, considerar como irmãos, amor expressado entre irmãos, sentimento de família, consideração, respeito. Cooperação entre irmãos.

Amor; ágape, refere-se ao amor de Deus, incondicional por todos os humanos. Este tipo de amor é o vínculo da perfeição, explanado em ICo13, aqui não importa mais se são irmãos ou não, ama-se por que Deus amou primeiro.

Iniciamos com fé, finalizamos com o amor (ágape), este é o caminho da perfeição, assim, segundo o apóstolo, nossa caminhada será frutífera, seremos operantes e nossa entrada no reino eterno de nosso Senhor e Salvador jesus Cristo, será amplamente suprida!!!

Mãos à obra!


quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

NUMA OU EM OUTRA?







NUMA OU EM OUTRA?

Em minha época de universitário, tive um professor de introdução à sociologia, que quase deu um nó na minha cabeça, (infelizmente outros colegas não conseguiram se livrar completamente dos ensinos dele...) contudo, como já havia sido encontrado por Deus, fui liberto das garras de sua ideologia...

Algumas coisas que este professor disse, no entanto, eram bem verdadeiras e marcaram a minha forma de entender os fatos que nos cercam.

Àquela época era comum se dizer, “estou numa”, ou “não estou nesta”, referindo-se à uma forma de pensar, ideologia, filosofia, ou entendimento pessoal sobre alguma coisa, ou mesmo todas as coisas (com toda humildade peculiar a jovens universitários)...

Certo dia o professor saiu com esta; “não importa se você está em uma, ou em outra, de toda forma, você está em alguma!

Tenho observado o quanto esta afirmação ainda faz sentido, embora nem saiba que termos se utilizem para algo semelhante hoje...

Muitas vezes me vejo criticando “esta” ou “aquela” e ao fazê-lo estou me igualando a ambas, apenas citando uma “outra”,, que a bem da verdade, nem é tão outra assim...

Uma boa dose de humildade pode nos livrar de todas “estas”!

Disse o Mestre “tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim que sou manso e humilde de coração, e achareis descanso para vossa alma”! Mt 11;29

Que possamos estar todos na “dEle”.

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

RELIGIOSO, EU?




RELIGIOSO, EU?

Certo dia andava eu por uma praça, conversando com um bom amigo e irmão em Cristo, e nosso assunto acabou girando em torno da religião e da religiosidade...

Foi quando me veio a seguinte frase ao pensamento; “religioso é todo aquele que entende, e ou, pratica a piedade de forma diferente da minha”. Ou seja, tem algum tipo de liturgia que não confere com a minha.

Ah! você me dirá, eu não tenho uma liturgia! Não mesmo? Eu não sou religioso! Certamente acompanhado da indignação própria dos religiosos...

O fato é que em nossas afirmações preconceituosas, o outro é o problema, nunca eu mesmo!

Não me recordo de ter ouvido alguém dizer, com o verbo no presente, eu sou um religioso, em sentido negativo, como aquele que segue ritos e tradições, sem ter vínculo com uma fé viva. Normalmente nos baseamos em uma série de atitudes exteriores, que em nada alteram a natureza de nossas inclinações mais interiores...

O Cristo deu a isto o nome de HIPOCRISIA!!!

Preocupa-se com aparências e práticas exteriores, e não se cuida do coração e motivações interiores.

Triste realidade a nossa, incapazes que somos de vermos o nosso próprio estado.

Pense na seguinte possibilidade, peça àqueles que estão no seu convívio para dizerem sinceramente se você parece um religioso, você pode se surpreender como os outros te veem.

“Tira primeiro a trave que está no teu olho!” Mt 7;5

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

AFERRAR-SE OU ESVAZIAR-SE?







AFERRAR-SE OU ESVAZIAR-SE?

Certa ocasião, após participar de várias conversas sobre temas importantes, abordadas por homens muito sérios, comprometidos com o Reino de Deus, veio-me ao pensamento o texto de Fp 2;6

“Sendo Deus, não considerou o ser igual a Deus coisa a que deve-se se aferrar...”

Comecei a pensar, se ser igual a Deus, não foi o bastante para Jesus se aferrar, o que seria?

O que poderia haver de mais importante nesta terra, do que ser igual à Deus?

Se meu pensamento fizer sentido, o que haveria em nossas vidas a se comparar com este fato? Por que então nos aferramos tão ferozmente a interpretações, conclusões, ideais, métodos, práticas, compreensões, exegeses, doutrinas, entendimentos, ideologias, tradições, etc... À ponto de nos separarmos, excluirmos de nosso relacionamento os que pensam diferente, promovermos verdadeira caça às bruxas nos tempos modernos, ofendemos, ficamos ofendidos, requeremos coerência, somos incoerentes, queremos prevalecer sobre nossos semelhantes, quando Ele se humilhou, vestiu-se de servo, tornou-se semelhante ao homem...

Impressionante pensar que Deus se fez homem, e nós queremos nos fazer deus...

Estamos aferrados demais em nossa filosofia, para termos tempo e disposição para ouvir e fazer o que  Cristo fez, esvaziou-se.

O que aconteceria se iniciássemos um novo tempo em nossas vidas, se ao invés de tentarmos prevalecer sempre em nossos relacionamentos, sempre preocupados em defendermos nossos pontos de vista, escondidos debaixo duma capa de piedade e integralidade de fé bíblica, nos vestíssemos com roupas de servos, tomássemos uma bacia e uma toalha e lavássemos os pés de nossos semelhantes?

E se deixássemos o ambiente estéril das discussões bíblicas intelectualizadas, arregaçassemos as mangas das camisas e puséssemos nossas mãos e mentes às obras, em prol dos necessitados dos mais básicos serviços?

Se descessemos de nossa “autoridade espiritual “e agissemos como o menor de todos os servos, seguindo assim a prática do mestre, o que aconteceria?

Que resultados surgiriam em nossas comunidades, se deixassemos de nos aferrar a tantas coisas (inclusive ministérios) e assumissemos definitivamente a postura de servo de todos?


Afinal não é este o ministério?

sábado, 23 de dezembro de 2017

CONHECEREIS A VERDADE, E A VERDADE VOS SEPARARÁ?




Perdoem-me o trocadilho, mas em nossos dias muitas vezes vivemos como se nosso mestre tivesse feito esta afirmação, e não a que ele fez, “a verdade vos LIBERTARÁ.”

Aqueles de nós que ouviram, ou pensam que ouviram algo novo de Deus, corremos o risco de, pensando estar edificando o corpo de Cristo, estarmos edificando nossa própria igreja e criando separações baseadas em nosso entendimento. Principalmente, nós os que temos facilidade com o manuseio da Palavra e o uso das palavras em público.

É muito interessante como rapidamente nos ensoberbecemos e nos consideramos superiores aos demais quando aprendemos meia dúzia de versículos e princípios e passamos a agir como detentores da verdade, nos separando dos demais seres menos iluminados. Não, não é a verdade que nos separa, é nossa atitude soberba e infantilizada de guardião do santo graal, defensor da Palavra Divina, como se ela disto precisasse... Deus chama proclamadores, não defensores.

Outra coisa fantástica é como agimos em função de outros. Quando o ensino sai de nossa boca, ou de nossos escritos, é Palavra de Deus, quando sai da boca ou escritos de outros, é interpretação e precisa ser analisada cuidadosamente, quando não, simplesmente descartada por não ter saído de nós, ou até proíbe-se o contato para impedir a contaminação...

Que hipocrisia, agindo assim damos a entender que somos os legítimos e únicos portadores da verdade, ignorando que nosso pensamento é influenciado em grande medida por nossos antepassados, nenhum de nós pode com legitimidade dizer que tem uma revelação “pura”. A Palavra de Deus é pura, nossa leitura dela, não é, a própria entonação de voz ao ler diretamente o texto bíblico pode induzir a conclusões enganosas. Quem dirá quando explicamos o texto.

Estamos sim sujeitos a nosso próprio entendimento e momento de vida, daí ser tão importante a multidão de conselheiros e o bom hábito dos Bereanos, de conferir o que estava sendo dito com as escrituras. Com as escrituras, não com as nossas santas exegeses e tradições.

Outras vezes nos perdemos em argumentações intermináveis sobre palavras e seus significados, a ponto de nos esquecermos que o propósito da verdade é trazer a presença de Deus, ele é a verdade e nas nossas divagações acabamos nos afligindo, esquecendo também que a maioria dos seres humanos não tem nem ideia do que estejamos falando...

Fazemos questão de deixar claro nosso entendimento em detrimento de nossos relacionamentos, de que adianta tanto entendimento se ele só me afasta das pessoas que eu deveria amar? Acaso pretendo entrar no céu sozinho? Não, não, estou falando de aceitar heresias e distorções, estou falando que muitíssimo do que entendemos ser defesa do evangelho, são defesas de pontos de vista, interpretações, ou como disse Pedro acerca dos que não entendiam o que Paulo dizia, e faziam “ousadas asseverações”.

Uma boa dose de humildade nos fará muitíssimo bem em nossa caminhada!!!

Então o versículo se cumprirá, a verdade nos libertará!

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

FORÇA X CÃS








Muitas vezes ouvi de meu pai a seguinte frase; ah... se eu tivesse hoje a sua idade, com a experiência que eu tenho...

Achava aquilo interessante e imaginava o 
que seria capaz de fazer alguém que conseguisse juntar estas duas coisas em um só momento de sua vida, a força da juventude com a experiência e a sabedoria advindas da idade mais avançada, seria fantástico!!!

O tempo passou e hoje me vejo tendo o mesmo pensamento, quem me dera conhecer o que conheço hoje aos 25, 30 anos de idade... mas já concluí que estas duas coisas em uma só pessoa são antagônicas, só adquiriremos experiência com o passar dos anos, e é impossível voltar no tempo... como diz a música, o tempo não para!

Não preciso dizer que este é um pensamento paralisante e saudosista, incapaz de produzir mudanças e transformações, afinal não tenho mais o vigor físico dos meus 20 e poucos anos, e nem alguns dos motivos que me impulsionavam então.

Esta manhã, lendo um livro sobre mentoria, uma ficha caiu (antes tarde que nunca....), esta combinação é impossível em uma só pessoa, contudo existe sim uma forma de unir estas coisas, e se tal acontecer, certamente uma liberação enorme de energia construtiva acontecerá!

Imagine, todo o vigor e disposição dos mais jovens, aliado à experiência e sabedoria dos mais velhos, isto seria poderoso!!!

Ah, mas existe o abismo de gerações, as crises entre jovens e velhos, isto é impossível... Será? Quem determinou isto? Não existe mesmo a possibilidade de uma geração impulsionar a outra nos dois sentidos? Uma relação sadia de aprendizado mutuo, com cada geração se beneficiando do que a outra tem de melhor, e suprindo a necessidade  da outra, é mesmo impossível? Este tal abismo é mesmo intransponível?

O que podemos fazer para mudar isto?

Se cremos no que diz o sábio “a força dos velhos está nas suas cãs”..., certamente cabe a nós nos utilizarmos desta força, para nos aproximarmos dos mais jovens e servi-los com esta força! Afinal já fomos jovens, sabemos o que passamos e o que nos teria feito muito bem termos aprendido.

Nossa cultura nos faz desperdiçar a cada geração uma enormidade de aprendizado. Necessitamos a cada geração aprender tudo de novo, pois perdemos a capacidade de aprender com a outra geração, nos dois sentidos.

Nós os mais velhos nos encastelamos em nossa experiência e ficamos inalcançáveis, insistimos em que as coisas permaneçam exatamente iguais ao que experimentamos, os mais jovens insistem em fazerem tudo de forma diferente e não se dão conta de que estão fazendo o mesmo que seus pais fizeram, desperdiçando assim uma enorme energia e tempo para aprender com seus próprios erros o que poderiam aprender com os erros de seus antecessores...

Se quero deixar algum legado nesta terra, de muito pouco adiantará investir em minha própria geração, é mister investir pesado na geração seguinte, assim quando não mais estiver aqui, a próxima geração estará, e se beneficiará do que fiz.


segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

FOLHAS SECAS


Gostaria de compartilhar uma experiência que tive durante um retiro de jovens de 2014, a fim de promover a fé de meus amados irmãos, com estas lembranças que ainda estão tão vivas em minha memória.
Lembro-me de estar em um seminário antes do almoço e senti que deveria procurar a Deus. Fui andando até que vi um lugar que me pareceu perfeito para a ocasião, sentei no chão perto de umas árvores e fiquei olhando para a paisagem que estava diante de mim, comecei a orar, mas sinceramente não sabia o que iria acontecer, só sabia que era para eu estar ali. Então, no meio da oração, olhei para o céu e vi uns pássaros voando em V, então o Espírito Santo me disse: Liderança. Achei curioso e fiz um desenho na minha agenda da imagem, passei mais um tempo ali, até que foi chegando a hora do almoço e me levantei.
Logo que levantei me deparei com uma árvore e o vento soprava sobre ela e suas folhas, que secas, iam caindo pelo chão, e o Espírito Santo me disse:
“As folhas dessa árvore são como minha graça caindo graciosa e continuamente sobre minha Igreja.”
 Fui para o quarto e desenhei o que tinha visto e escrevi o que ouvira. Orei mais um pouco, deixei a agenda e as coisas no quarto e fui almoçar, sai do alojamento e andei cinco metros, vi umas folhas no chão e o Espírito me diz:
“O vento varrendo essas folhas é como minha presença.”
Corri novamente para o quarto e escrevi o que tinha acabado de ouvir. Sai para almoçar de novo, e enquanto estava a caminho do refeitório, ao ver o sol e ouvir os pássaros a mesma sensação me surpreende novamente. Com ar cômico, voltei ao quarto escrevi o que o Espírito tinha me falado. Mais uma vez fui almoçar, porém desta vez levei minha agenda comigo, na verdade nem cheguei perto do refeitório, no meio do caminho o Espírito me falava mais, foi quando parei, sentei, ouvi e vi tudo o que Ele queria me dizer. Quando terminei de escrever eu tinha um salmo em minhas mãos e estava cansado de tanto chorar, guardei a agenda e fui almoçar, quando entrei para fazer meu prato com o almoço quase acabando, o Espírito Santo me incomodou mais uma vez e disse:
”Não coma!”
 Nesse momento fiquei maluco, pesei que eu estivesse ficando doido, mas decidi obedecer nem que isto me fizesse ficar com fome até a hora da janta. O curioso foi que não senti fome durante o dia, quando chegou a hora de jantar eu ainda estava sem fome e um único versículo que vinha na mente era:
“Ele, porém, respondendo, disse: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus.” Mateus 4:4 (que se refere a Deuteronômio 8:3).
Essa experiência tenho como umas das mais gostosas dentre as que já tive, segue o salmo  completo abaixo:
“Graciosa e contínua, como o cair das folhas do Outono, assim é minha graça sobre minha Igreja;
Como o cantar suave dos pássaros, assim é meu espírito falando ao coração sedento;
Minha presença é como o vento varrendo as folhas do chão, de acordo com meu beneplácito;
Eu sobre a minha Igreja sou como o primeiro raio de sol da manhã, Sou esperança;
Como a chuva germinando uma semente, assim são os pequeninos ao me procurarem;
Nos detalhes e no silêncio estou;
Não há como negar minha existência, sou o grande Deus e Pai! Criador dos céus e Terra e tudo, absolutamente tudo, que nesta Terra há, reflete minha glória!
O azul do céu representa minha brandura e o horizonte minha imensidão;
Eu sou Deus!
Me importo com todas as coisas, desde as pequenas até as grandes, porque Eu sou Deus!
Me importo em colorir as arvores com diferentes tons de verde, mas também me importo em alimentar minha Igreja;
Me importo com o perfume das flores e também com seu desabrochar.
Tudo está sob meu domínio!”

Escrito e vivenciado por: Victor Pizetta David

QUE TAL UMA FEIJOADA?

QUE TAL UMA FEIJOADA? Ouvi esta ilustração de um irmão pregando sobre o texto de I Pe 1: 3-11. 5  por isso mesmo, vós, reunin...