sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Reflexões sobre o casamento VII


Mais algumas, estamos quase no fim...


57- Um dos cônjuges pode enterrar sua própria vida.
58- Mas nenhum dos cônjuges deve servir de sepultura para o outro.
59- “Amor muito grande cala” – assim li uma vez. Ah, não! Grande amor consola o que o que o ofende.
60- É natural que nos calemos quando nosso companheiro nos deixa só entre estranhos.
61- Mas aquele que ama cala também quando estão juntos os dois.
62- “Espere, quando eu o pegar sozinho”- assim diziam os moleques quando eu era criança.
63- Muitas vezes um dos cônjuges tem que falar. Ele é médico em relação ao outro. Ele é amigo do outro.
64- União é comunhão de pensamento, de consciência.
65- O amor tem palavras tão doces: “Ajuda-me a livrar-me de mim mesmo”- “Você que me feriu, cura-me”- “ Você fiel amigo, sempre alerta” – “Você coração amado “.
66- Grande amor corre como águas das grandes cordilheiras, onde há sempre profundeza. De sorte que nunca se sabe o que um grande amor pode fazer.

Frases traduzidas do alemão (texto de 26/03/1951) por Henrique Gustavo Bucher e presenteadas  a Dag e Márcia na ocasião de seu casamento (22/04/1989)       

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